
No tempo estranho das redes sociais, a linha entre o espetáculo e a ética esbate-se a cada dia. Tudo pode ser conteúdo, e qualquer pessoa pode autoproclamar-se criadora - sem precisar de formação, sem precisar de inteligência, sem precisar de noção. Um exemplo perfeito? Tiago Grila, o pseudo-influencer que recentemente admitiu a culpa num atropelamento.
A história é simples. Grotesca, bizarra, revoltante - mas simples. Conduzia distraído com o telemóvel, ignorou um sinal vermelho e atropelou uma pessoa. Só isto já bastava para o caso ser grave o suficiente, mas há mais: não se deu ao trabalho de verificar o estado da vítima...
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