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Batuque não quer “deixar o samba morrer” na Mealhada
07 Fev 2018, 00:00
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No ano em que o Grémio Recreativo Escola de Samba Batuque celebra 30 anos de existência, era inevitável assinalar este marco no Carnaval Luso-Brasileiro da Bairrada. “Não deixe o samba morrer” é o apelo deixado pelos sambistas “batuqueiros” e que serve de tema para os desfiles de 11 e 13 de fevereiro na Mealhada.

O enredo prestigia, de uma forma geral, a história do samba enquanto expressão cultural, lembrando, em particular, a história da própria escola. “É trazer para a avenida as cores da escola, vê-la representada de forma digna, enquanto se dá a conhecer a história do samba e a sua evolução”, esclarece Renato Alves, carnavalesco do Batuque.

“Não deixe o samba morrer” é também o título da canção popularizada pela veterana artista brasileira, Alcione, que estará representada na composição das alas que irão desfilar. “A música fala um pouco de como é feita a passagem do testemunho de geração em geração, simbolizada pelo anel de bamba, e é isso que queremos realçar, a renovação do interesse pelo samba para não deixar morrer a tradição, tal como acontece aqui na escola”, adianta Renato Alves.

Desta forma, cada verso da letra do enredo irá guiar o rumo do desfile do Batuque, retirando do morro do Corcovado ou das favelas algumas das origens de uma expressão musical que define a cultura brasileira. Renato Alves reconhece que “o tema é abstrato, quis dar um toque poético quando o criei, por isso pode não ser imediatamente percetível para o público em geral, mas decidimos que era assim que ia ser tratado”.

Relativamente ao trabalho de preparação para o Carnaval, o carnavalesco do Batuque afirma que “tem corrido bem, mais ou menos dentro do timing que imaginámos, claro que nunca corre como gostaríamos, mas estamos tranquilos”.

Este ano, o número de participantes nos corsos ascende a 127 elementos, um aumento em relação ao Carnaval anterior. “Uma mera coincidência”, diz Renato, “não vejo nenhuma razão específica para este crescimento”. Este é também o primeiro Carnaval em que participa com o Batuque – “vim porque me pediram, gostei e fiquei, acho que quando entramos neste mundo, ficamos apaixonados”.

Quanto ao facto dos corsos carnavalescos se desenrolarem no centro da Mealhada, Renato Alves vê esse aspeto como “um regresso às origens, é voltar a aprender a desfilar, e por isso vamos com mais energia. No fundo, isso também é não deixar o samba morrer”. Em relação ao espaço disponível, “os nossos ensaios de rua tiveram em conta esse fator e também tentámos não exagerar no volume dos adereços, penso que os figurinos pesam mais pela elegância”, conclui.

Para Renato Alves, há um verso do enredo do Batuque que fica na memória e é a que mais gosta: “nesta avenida, o sonho é real”. “Vamos tentar fazer justiça a esta afirmação e concretizar esse desejo”.

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