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Cantanhede aprovou Plano Operacional Municipal contra incêndios
16 Mai 2018, 00:00
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A Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios do Município de Cantanhede aprovou, por unanimidade, o Plano Operacional Municipal (POM) para 2018. O documento foi apreciado e discutido no decurso de uma reunião presidida pela líder do executivo camarário, Helena Teodósio, e na qual participaram os representantes das entidades que constituem o órgão que tem a missão de articular a atuação dos organismos com competências em matéria de defesa da floresta.

De elaboração obrigatória, o POM define a estratégia de prevenção e combate aos incêndios rurais e regula a articulação entre entidades e organismos municipais e distritais ao nível da vigilância e deteção, primeira intervenção, combate, rescaldo e vigilância ativa pós-rescaldo.

Nesse âmbito, estão contempladas quatro tipos de operações: a vigilância e deteção, que envolve os Bombeiros Voluntários de Cantanhede, o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, o Destacamento Territorial de Cantanhede da Guarda Nacional Republicana e a Equipa de Sapadores Florestais da Junta de Freguesia da Tocha; a primeira intervenção, que, para além dos recursos previstos, mobiliza ainda a equipa de voluntários da freguesia da Cordinhã; o combate aos incêndios, no qual intervêm, com responsabilidade de comando das operações, os Bombeiros Voluntários de Cantanhede; e o rescaldo e vigilância ativa pós-rescaldo.

A este respeito, a presidente da Câmara Municipal manifestou-se confiante de que “o Plano Operacional Municipal está bem estruturado e tem devidamente protocolados os mecanismos necessários para dar resposta adequada às situações em qualquer dos níveis de intervenção definidos”. A autarca considera que “o planeamento das funções dos agentes de proteção civil envolvidos no POM é crucial para prevenir e combater os incêndios” e aponta «a vigilância e a prevenção como fatores indispensáveis à diminuição das ocorrências, o que passa pela boa coordenação e articulação de quem intervém nesse processo”.

A presidente da Câmara Municipal deu ainda a conhecer à Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios os contornos das candidaturas apresentadas às medidas de estabilização de emergência pós-incêndio para os locais afetados pelos incêndios de 2017. Desenvolvidas pelo Gabinete Técnico Florestal da autarquia, em parceria com a Organização Florestal Atlantis, as candidaturas representam um investimento conjunto de mais de 180 mil euros na execução de ações de regularização do regime hidrológico das linhas de água, sementeira ou plantação de espécies ripícolas e autóctones e aquisição ou corte e processamento de resíduos orgânicos/florestais.

Durante a reunião da Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios foi unânime a opinião de que o POM é determinante para o êxito das ações previstas, uma vez que dá orientações precisas sobre o modo de proceder em diferentes circunstâncias, facilitando a articulação dos meios e das entidades envolvidas na defesa da floresta contra incêndios, no sentido de dar resposta rápida e adequada a este tipo de ocorrências e assim minimizar as perturbações socioeconómicas e ambientais provocadas que daí podem resultar.

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