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Taberna do Burriqueiro e Festival Catrapim são os vencedores do Prémio de Empreendedorismo 2018
11 Out 2018, 00:00
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No passado dia 8 de outubro, o Casino do Luso recebeu todos os concorrentes ao Prémio de Empreendedorismo 2018, promovido pela Fundação Luso, para anunciar os vencedores desta edição. O prémio, num valor total de 5000 euros foi dividido pela Taberna do Burriqueiro, que recebeu 3000 euros, e pela Fundação Mata do Bussaco (FMB), nomeadamente com o Festival Catrapim, com o qual recebeu 2000 euros.

A concurso estavam a Taberna do Burriqueiro, Bairrada Informação – Jornal Online, Festival Catrapim e Rosa Biscoito, esta última com o conceito de suites. No dia 23 de agosto o júri constituído por Rui Marqueiro, presidente da Câmara Municipal da Mealhada, Nuno Pinto de Magalhães, presidente da Fundação Luso, Carlos Pinheiro, presidente da ACIBA (Associação Comercial e Industrial da Bairrada e Aguieira), Claudemiro Semedo, presidente da Junta de Freguesia de Luso, e Noémia Calado, membro da Fundação Luso, deliberou, por unanimidade, que os vencedores desta edição seriam a Taberna do Burriqueiro, com 3000 euros, e o Festival Catrapim, com 2000 euros.

Noémia Calado, membro da Fundação do Luso, ao ler a ata da reunião na qual foi tomada a decisão de atribuição do Prémio de Empreendedorismo 2018, justificou as escolhas, “a Taberna do Burriqueiro é um projeto empresarial no centro do Luso, com provas dadas na restauração e na revitalização de um espaço urbano, para além de ter criado postos de trabalho e ter ao dispor belíssimos produtos”, por outro lado, o Festival Catrapim, da autoria da FMB, ganhou a distinção pela componente de educação ambiental e pela atração de um número elevado de pessoas ao Luso, “durante os dois dias de festival, espalhados por 10 palcos, com 70 espetáculos e meia centena de artistas, cerca de 30 mil pessoas visitaram a mata. É um festival que conjuga a arte para crianças com a sustentabilidade da Mata Nacional do Bussaco”, referiu.

“Ver o trabalho reconhecido pela nossa terra, pela fundação, por todas as instituições envolvidas, é muito gratificante, sem dúvida”, Maria João (Taberna do Burriqueiro)

Os gerentes da Taberna do Burriqueiro, Maria João e Mário Penetra, receberam o cheque da mão de Noémia Calado e afirmam estar muitos satisfeitos com a distinção da Fundação Luso, “têm sido dois anos em que, felizmente, temos vindo a evoluir (…) e ver esse trabalho reconhecido pela nossa terra, pela fundação, por todas as instituições envolvidas, é muito gratificante, sem dúvida”. Relativamente ao destino do prémio que ganharam, Mário Penetra disse ao Jornal da Mealhada que “vai aproveitar para remodelar algum equipamento, que tem sido desgastado ao longo deste tempo”. Para o ano a Taberna do Burriqueiro voltará a concorrer, porém Mário Penetra é perentório ao dizer que o fará “com outro projeto”, sem querer desvendar muito mais para já. Maria João, terminou dizendo que este prémio “é uma motivação para que se façam outros (projetos) e que se apresentem novas candidaturas”.

António Gravato, presidente da FMB, disse ao nosso jornal que a distinção do Festival Catrapim lhe proporciona um “sentimento de reconhecimento”, uma vez que “trabalhamos todos os dias arduamente” para pôr de pé os projetos a que nos propomos. Sobre o Festival Catrapim, o presidente da FMB referiu que “hoje é praticamente uma imagem de marca da Mata do Bussaco”. De acordo com António Gravato, o projeto foi criado graças a “uma dose de loucura”, uma vez que este “é um festival de arte para crianças único, que, com este formato, não existe em mais nenhum lugar de Portugal”.

Catrapim terá nova edição em 2019

Devido ao sucesso das duas primeiras edições, António Gravato anunciou que para 2019 haverá nova edição de Catrapim, agendada para os dias 29 e 30 de junho, “nós agora já não mandamos no Catrapim, o Catrapim é que manda em nós, o que nos obriga a fazer a terceira edição”, referiu. Quanto ao prémio de 2000 euros que a FMB recebeu, no âmbito deste festival, António Gravato disse-nos que “vão para uma gaveta” para que possam ser aplicados na próxima edição, apesar de o “Catrapim custar muito mais do que isso (2000 euros)”. Para além do festival de artes para crianças, António Gravato anunciou, na mesma cerimónia, que a FMB se prepara para lançar mais um novo projeto, “vai ser uma coisa muito importante aqui para o Luso e para o Bussaco, no fundo para todo o nosso território”. Questionado pelo Jornal da Mealhada, o presidente da FMB foi parco nas palavras “há duas coisas que já estão feitas. É o estudo prévio e o projeto em si e isto é fantástico, é o mais difícil. O que falta para concretizarmos o projeto é a parte financeira, que está praticamente assegurada”.

Fundação Luso investiu 76 mil em Prémios de Empreendedorismo nos últimos 10 anos

Esta foi a 10ª edição do Prémio de Empreendedorismo que, até ao momento, já distinguiu 17 iniciativas. Nuno Pinto Magalhães, presidente da Fundação Luso, recordou que o projeto, iniciado em 2009, tem “o objetivo de reconhecer projetos empreendedores e inovadores, já desenvolvidos e concretizados, no concelho da Mealhada, com implementação na Freguesia do Luso, e potenciadores do desenvolvimento económico da região e que beneficiem o bem geral da comunidade onde estamos inseridos”. Partindo destes pressupostos a Fundação Luso reconheceu o trabalho de associações e empresas locais, ao longo destes anos, com um valor total que ascende aos 76 mil euros.

Na edição de 2019, Nuno Pinto Magalhães desafia os, agora, 17 premiados, a “fazer um ponto de situação, a dizer o que têm feito desde que ganharam o prémio”. A Taberna do Burriqueiro e o Festival Catrapim (FMB) juntam-se assim à Luso Clássicos, ao Grupo Folclórico Tricanas de Luso, à Farmácia Nova do Luso, ao Restaurante Pedra de Sal (Luso), à Associação dos Apicultores do Litoral Centro, à Associação Cades/Universidade Sénior, à Digital Brand Buildres (DBB), à AquaCristalina, à Dias do Avesso, à Rosa Biscoito, aos Táxis Marionfer Lda., à Barbearia Luso e aos “Sons do Bussaco, Músicas do Mundo” (FMB).

Nuno Pinto Magalhães faz um balanço “muito positivo” destes 10 anos de Prémio de Empreendedorismo, dizendo que “é o único prémio, é a única distinção que existe num espaço único, como é o Luso, com diversas variantes de oferta e, portanto, é motivador para quem quer investir”.

“É o único prémio, é a única distinção que existe num espaço único, como é o Luso, com diversas variantes de oferta e, portanto, é motivador para quem quer investir”, Nuno Pinto Magalhães, presidente da Fundação Luso

O Prémio de Empreendedorismo regressará em 2019, tendo por base a mesma quantia que nas últimas edições (5000 euros), uma vez que “este prémio não é um prémio para financiar uma iniciativa, é para distinguir, por isso é que o valor é o que é, se fosse para financiar este valor seria pouco”, referiu o presidente da Fundação Luso. Subordinado às áreas de agricultura, comércio, indústria, serviços e turismo, as inscrições para o prémio reabrem em março do próximo ano, sendo que Nuno Pinto Magalhães começa por desafiar aqueles que não foram premiados este ano “Não desistam! Candidatem-se para o próximo ano… Quem sabe…”.

Tags: Prémio, Empreendedorismo, Luso
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