Real Imperatriz leva reinos e o misticismo do número sete ao Carnaval
Enredo : “Luz Sete: Reino dos Mistérios”
A carregar o roxo e verde como símbolo da sua essência, desde 1991, a Escola de Samba, Real Imperatriz, tem como enredo “Luz Sete: Reino dos Mistérios”. A presidente da escola, Margarida Oliveira, expressa que o tema é alusivo à “volta do número 7. Sete mares, sete vidas de gato, sete pecados, sete virtudes. A Hidra de sete cabeças. Os sete dias da semana, da formação do mundo, mais baseado na parte religiosa, porque acaba por ter essa ligação. Deus criou o mundo em sete dias. Primeiro criou o dia, depois os mares, depois os peixes, os mistérios do número 7. E formámos o reino. Porque cada um destes elementos corresponde a uma cidade. Há a cidade do pecado, a cidade das luzes, por exemplo, para os sete pecados e para as sete virtudes. A cidade do corpo, o arco-íris também entra. Dentro das cidades existem templos e jardins, que constituem o resto das áreas que formam o reino. Termina com o carro, que aponta para o infinito que é o número infinito de reinos. Claro, representado no nosso carro. E há o Palácio da Memória e outros espaços.” Os elementos. “A desfilar em avenida e depois falamos no geral, perto de 200 mais o staff e todas as pessoas envolvidas que certamente serão mais umas 20 ou 30.” A Comissão Carnavalesca. “Não temos um carnavalesco, temos uma comissão carnavalesca. Juntámo-nos e a ideia original do tema foi da Maria...
A carregar o roxo e verde como símbolo da sua essência, desde 1991, a Escola de Samba, Real Imperatriz, tem como enredo “Luz Sete: Reino dos Mistérios”. A presidente da escola, Margarida Oliveira, expressa que o tema é alusivo à “volta do número 7. Sete mares, sete vidas de gato, sete pecados, sete virtudes. A Hidra de sete cabeças. Os sete dias da semana, da formação do mundo, mais baseado na parte religiosa, porque acaba por ter essa ligação. Deus criou o mundo em sete dias. Primeiro criou o dia, depois os mares, depois os peixes, os mistérios do número 7. E formámos o reino. Porque cada um destes elementos corresponde a uma cidade. Há a cidade do pecado, a cidade das luzes, por exemplo, para os sete pecados e para as sete virtudes. A...
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Autor: Jornal da Mealhada
