Revista ”Pampilhosa, Uma Terra e um Povo” em 40ª edição
A revista anual “Pampilhosa, Uma Terra e Um Povo”, editada pelo GEDEPA – Grupo Etnográfico de Defesa do Património e […]
A revista anual “Pampilhosa, Uma Terra e Um Povo”, editada pelo GEDEPA – Grupo Etnográfico de Defesa do Património e Ambiente da Pampilhosa – conta com a nova edição, número 40, apresentada no passado dia 27 de fevereiro. Desde há 40 anos que a revista se publica, integrando um conjunto de artigos ligados à história local.
Neste número destacam-se alguns temas como o Cercal da Fujaca, os 100 anos da Associação de Socorros Mútuos de “7 de Agosto”, o pintor pampilhosense Domingos Lopes Pires e ainda a investigação sobre os nascimentos na Pampilhosa. “A totalidade dos artigos sobre história local correspondem a investigações de historiadores ou simplesmente pessoas que têm gosto em investigar sobre os mais variados temas da história da Pampilhosa e da região. Por vezes as pessoas oferecem-se, outras eu sei que têm gosto, e de facto há pessoas a quem não é preciso pedir. Já por si gostam de investigar, procurar, ver jornais antigos e recolher os testemunhos. Isso é muito interessante”, avançou Ana Pires, presidente da Assembleia Geral do GEDEPA, acrescentando que “ao fim de 40 números, são centenas de artigos sobre questões que interessam a todos e que servem de instrumento de trabalho incontornável para quem quer que estude a Pampilhosa, o concelho da Mealhada ou mesmo a Bairrada”.
Para Ana Pires, esta revista destina-se a todos os leitores, mas torna-se ainda mais interessante para a geração jovem da Pampilhosa. “É a terra deles e dá-lhes uma outra perspetiva sobre as atividades que aqui existiram, sobre personalidades que aqui trabalharam e o que aqui se fez. É realmente uma revista extremamente variada e, sobretudo, para quem goste da sua terra, é uma revista a colecionar, sem dúvida”, concluiu.
É possível adquirir a revista através do GEDEPA, na loja Electropampilho ou na papelaria junto à estação da Pampilhosa.
Após a apresentação da revista, foi ainda inaugurada a exposição “Sr. Botão” com várias peças e relíquias, patente até 31 de março na Casa Rural Quinhentista. A visita pode ser feita aos domingos, das 15h às 18h, ou por marcação, através do casaquinhentista@ gmail.com ou 967 712 282.
Autor: Jornal da Mealhada
