Segunda-feira, 05 de Janeiro de 2026

Jovem tenista do Luso sonha com o top 100 mundial

Jovem tenista do Luso sonha com o top 100 mundial

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Jovem tenista do Luso sonha com o top 100 mundial

O primeiro contacto com o ténis surgiu de forma natural, através da família. “Foi há seis anos […]”

O ténis entrou cedo na vida de Maria Cunha, a jovem atleta do Luso, hoje, com vários títulos regionais e presença no ranking nacional aponta que sonha chegar ao top 100 mundial e disputar torneios do Grand Slam. O primeiro contacto com o ténis surgiu de forma natural, através da família. “Foi há seis anos, tinha uma prima que jogava, comecei a ver os treinos dela, experimentei e fiquei”, recorda a mesma. A vertente competitiva começou ainda em criança, mas só mais tarde passou a ser encarada com maior seriedade. “Comecei a jogar aos seis anos e a competir mais aos sete ou oito”, explica. No entanto, foi um momento específico que marcou a forma como via a modalidade. “Há cerca de três anos, quando fiz o primeiro campeonato regional, comecei a levar as coisas mais a sério”. No que diz respeito à rotina dos treinos e disciplina, Maria Cunha refere que o ténis exige uma rotina intensa, que se estende por toda a semana. “Treino todos os dias, faço ginásio três vezes por semana e à quarta-feira treino no Centro de Desenvolvimento Nacional”, descreve. Apesar da exigência física, a atleta sublinha a importância do equilíbrio com a escola. “Tenho de estudar nos tempos livres e prestar atenção às aulas, não posso deixar a escola para trás”. Nos torneios importantes, a jovem atleta afirma que tenta manter uma postura equilibrada. “Penso nos jogos, mas não sinto aquela pressão de ter...

O ténis entrou cedo na vida de Maria Cunha, a jovem atleta do Luso, hoje, com vários títulos regionais e presença no ranking nacional aponta que sonha chegar ao top 100 mundial e disputar torneios do Grand Slam. O primeiro contacto com o ténis surgiu de forma natural, através da família. “Foi há seis anos, tinha uma prima que jogava, comecei a ver os treinos dela, experimentei e fiquei”, recorda a mesma. A vertente competitiva começou ainda em criança, mas só mais tarde passou a ser encarada com maior seriedade. “Comecei a jogar aos seis anos e a competir mais aos sete ou oito”, explica. No entanto, foi um momento específico que marcou a forma como via a modalidade. “Há cerca de três anos, quando fiz o primeiro campeonato regional, comecei a levar as coisas...

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Autor: Jornal da Mealhada

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