Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2026 às 16:55

Paulo César Fajardo : dos sonhos de astronauta ao cinema e televisão

Paulo César Fajardo : dos sonhos de astronauta ao cinema e televisão

Entrevista

Paulo César Fajardo : dos sonhos de astronauta ao cinema e televisão

Nasceu na Figueira da Foz, em 1980, onde viveu até aos 18 anos.

Nasceu na Figueira da Foz, em 1980, onde viveu até aos 18 anos. Oriundo da freguesia mais a norte da Figueira, o Bom Sucesso, que faz fronteira com Cantanhede e essa região é denominada de Gândara. “Então sou gandarês, que é um território dividido entre vários concelhos, e grande parte também em Cantanhede.” “Pelo facto de viver numa aldeia profundamente marcada pela desertificação, em 86 e 87, foi um ano marcante, porque, éramos muitos miúdos, mas houve surto de imigração e ficamos três miúdos na aldeia e tínhamos alguma diferença de idades não havia assim uma grande proximidade e fui criado quase pela televisão, porque a minha mãe trabalhava, o meu pai trabalhava e os meus avós trabalhavam na terra. Aos poucos fui desenvolvendo 11 interesse, uma curiosidade pela forma como é que as coisas eram feitas e como miúdo que tem um brinquedo novo quer desmontá-lo, para perceber como é que funciona.” Os verões segundo Paulo César Fajardo foram vividos entre “a Figueira e a Praia da Tocha, estudei na Tocha, o ciclo.” Quando era criança ambicionava “ser astronauta, queria viajar pelo espaço, por causa das séries de televisão de ficção científica que via.” Paulo Fajardo realça o Espaço de 1999, uma série que o marcou bastante e os filmes da Guerra das Estrelas. “Adorava perceber o que é que havia para além da deste cantinho azul perdido no sistema solar.” Acabou por ir estudar para Coimbra. “Tive um...

Nasceu na Figueira da Foz, em 1980, onde viveu até aos 18 anos. Oriundo da freguesia mais a norte da Figueira, o Bom Sucesso, que faz fronteira com Cantanhede e essa região é denominada de Gândara. “Então sou gandarês, que é um território dividido entre vários concelhos, e grande parte também em Cantanhede.” “Pelo facto de viver numa aldeia profundamente marcada pela desertificação, em 86 e 87, foi um ano marcante, porque, éramos muitos miúdos, mas houve surto de imigração e ficamos três miúdos na aldeia e tínhamos alguma diferença de idades não havia assim uma grande proximidade e fui criado quase pela televisão, porque a minha mãe trabalhava, o meu pai trabalhava e os meus avós trabalhavam na terra. Aos poucos fui desenvolvendo 11 interesse, uma curiosidade pela forma como é que as coisas...

Autor: Jornal da Mealhada

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