Domingo, 18 de Janeiro de 2026 às 23:20

António José Seguro e André Ventura disputam a segunda volta das eleições presidenciais

António José Seguro e André Ventura disputam a segunda volta das eleições presidenciais

António José Seguro e André Ventura disputam a segunda volta das eleições presidenciais

António José Seguro e André Ventura disputam a segunda volta das eleições presidenciais

António José Seguro e André Ventura disputam a segunda volta das eleições presidenciais

António José Seguro e André Ventura disputam a segunda volta das eleições presidenciais

António José Seguro e André Ventura disputam a segunda volta das eleições presidenciais

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António José Seguro e André Ventura disputam a segunda volta das eleições presidenciais
António José Seguro e André Ventura disputam a segunda volta das eleições presidenciais

Política

António José Seguro e André Ventura disputam a segunda volta das eleições presidenciais

Resultados confirmam segunda volta nas Presidenciais a 8 de fevereiro. Leia aqui as reações dos candidatos mais votados.

António José Seguro, apoiado pelo PS, e André Ventura, apoiado pelo Chega, vão disputar a segunda volta das presidenciais, em 08 de fevereiro, segundo os resultados provisórios das eleições de hoje.

Em terceiro lugar ficou Cotrim Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal, à frente de Gouveia e Melo e de Marques Mendes, apoiado pelo PSD. Cotrim Figueiredo reconheceu, cerca das 23:00, ter ficado em terceiro lugar.

Na noite eleitoral, o primeiro-ministro disse que o seu partido nao vai apoiar nenhum dos candidatos que passaram à segunda volta: Seguro e Ventura.

Conheça as reações dos candidatos mais votados durante a noite eleitoral.

António José Seguro

O candidato presidencial que reuniu mais votos nesta eleição, António José Seguro, saudou hoje a participação dos eleitores nestas presidenciais e considerou que “todos os portugueses estão de parabéns”.

“Estou muito feliz pela participação que os portugueses tiveram neste ato eleitoral. Esse é o único elemento que neste momento é factual”, disse aos jornalistas António José Seguro, acompanhado pela família, no caminho entre a sua casa e o Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, onde acompanhou a noite eleitoral e antes dos primeiros resultados.

Cerca das 20:10 quando Seguro falou aos jornalistas enquanto subia umas escadas que davam acesso a uma entrada lateral do centro de congressos – e não a principal – mas escusou-se a comentar as projeções enquanto não houvesse dados oficiais.

Momentos antes, quando faltavam cerca de 10 minutos para serem divulgadas as projeções das televisões os apoiantes de Seguro começaram a juntar-se em frente a quatro televisores montados no foyer do Centro Cultural e de Congressos (CCC) das Caldas da Rainha.

Com a chegada dos resultados às 20:00, a espera deu lugar à euforia perante as projeções, que dão António José Seguro como certo na segunda volta das eleições presidenciais, com um resultado próximo ou acima dos 30%.

Muitas palmas e gritos de “Seguro, Seguro, Seguro” ou de “Portugal Presente, Seguro a Presidente” ouviram-se no foyer, seguindo depois os apoiantes para a entrada do centro cultural, aguardando a chegada do candidato que acabou por entrar por outra porta.

André Ventura

O candidato presidencial André Ventura afirmou que irá agregar a direita a partir de hoje, face às projeções – e primeiros resultados – que indicam uma segunda volta das eleições entre o líder do Chega e António José Seguro, apoiado pelo PS.

“Eu vou agregar a direita a partir de hoje”, disse André Ventura, que falava aos jornalistas à chegada ao hotel em Lisboa onde está a acompanhar a noite eleitoral.

Para o líder do Chega, as projeções indicam que será “o novo líder da direita em Portugal”, reiterando, tal como o fez durante a campanha, que na segunda volta irá apelar “a todo o povo não socialista” para votar contra uma candidatura apoiada pelo PS.

“Hoje é importante dizer que o socialismo não deve continuar a ser poder em Portugal. Ora, numa direita fragmentada, nós temos que medir o reconhecimento do nosso trabalho pelos eleitores, por quem liderar essa direita. O facto de os eleitores me terem dado, segundo todas as projeções que vi, a liderança dessa direita deixa-me muito orgulhoso, muito orgulhoso”, afirmou.

Sobre eventuais apoios numa segunda volta, André Ventura começou a campanha por remeter para “a consciência” do primeiro-ministro e presidente do PSD, Luís Montenegro, um eventual apoio à sua candidatura contra António José Seguro.

Contudo, uns dias depois, disse não querer o seu apoio e, num jantar-comício em Coimbra foi mais longe, desafiando Luís Marques Mendes e João Cotrim de Figueiredo a dizer “que se lixe” o social-democrata.

No último dia de campanha, Ventura disse esperar que os líderes do PSD e da IL não obstaculizassem uma vitória sua que impedisse o socialismo de regressar ao Palácio de Belém.

Cotrim de Figueiredo 

O candidato presidencial Cotrim Figueiredo assumiu hoje que não passar à segunda volta das eleições, ficando em terceiro lugar atrás de António José Seguro e André Ventura, é “uma derrota pessoal”.

“Como disse durante a campanha, no caso de não conseguir chegar à segunda volta essa seria uma derrota e há um resultado que assumo como uma derrota pessoal”, disse Cotrim Figueiredo num curto discurso no seu “quartel-general” de candidatura, em Lisboa.

Segundo o também eurodeputado, esta sua derrota é pessoal e não uma derrota da sua equipa, nem a derrota da ideia de que é preciso renovar a democracia e classe política, nem a derrota da ideia de que Portugal pode ser mais e melhor.

“É uma derrota pessoal do candidato que não conseguiu transmitir essa ideia com força suficiente”, frisou.

Gouveia e Melo

 O candidato presidencial Gouveia e Melo assumiu hoje que os resultados da primeira volta das eleições não corresponderam aos objetivos que traçou, mas avisou que o país continuará a contar com a sua “participação cívica”.

Gouveia e Melo assumiu esta posição na conferência de imprensa final, depois de ter ficado em quarto lugar nas eleições presidenciais, fora da segunda volta, quando ainda havia nove freguesias por apurar, atrás de António José Seguro, André Ventura e Cotrim Figueiredo.

“Os resultados ficaram aquém dos objetivos que tracei. Assumo os resultados com serenidade e com respeito absoluto pela vontade dos portugueses” — declarou.

Mais à frente, o ex-chefe do Estado-Maior da Armada defendeu que, apesar do resultado, o movimento em torno da sua candidatura “constituiu uma lufada de ar fresco”.

“Depois de 45 anos a servir Portugal, posso afirmar com clareza que o país continuará a contar comigo, com a minha participação cívica, com a minha e com o meu empenho na defesa dos valores que sempre me orientaram”, salientou.

Marques Mendes

O candidato presidencial Luís Marques Mendes, que teve o apoio do primeiro-ministro, assumiu hoje total responsabilidade pelo resultado negativo nas eleições e disse que não apoiará qualquer dos adversários que passe à segunda volta.

“A responsabilidade é minha, toda minha e apenas minha”, afirmou o candidato apoiado por PSD e CDS-PP.

Luís Montenegro, em declarações públicas, afirmou que o PSD não emitirá nenhuma indicação de voto na segunda volta das eleições presidenciais. O primeiro-ministro considerou que nem António José Seguro nem André Ventura representam o espaço do seu partido.

A 8 de fevereiro disputa-se a segunda volta das eleições presidenciais, entre o socialista António José Seguro e o líder da extrema-direita, André Ventura.

 

Eleições

Autor: Maria da Graça Polaco com Lusa

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