Quinta-feira, 04 de Dezembro de 2025

A 31 ª Feira Internacional de Minerais retornou com peças raras

A 31 ª Feira Internacional de Minerais retornou com peças raras

31ª Feira Internacional de Minerais

31ª Feira Internacional de Minerais

31ª Feira Internacional de Minerais

31ª Feira Internacional de Minerais

A 31 ª Feira Internacional de Minerais retornou com peças raras
31ª Feira Internacional de Minerais
31ª Feira Internacional de Minerais

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A 31 ª Feira Internacional de Minerais retornou com peças raras

Na iniciativa estiveram presentes quatorze expositores nacionais e cinco internacionais[…]

A 31ª Feira Internacional de Minerais, Gemas e Fósseis de Coimbra realizou-se entre os dias 28 e 30 de novembro, das 10 horas até às 20 horas. O Colégio de Jesus, no Polo I da Universidade de Coimbra foi o espaço que acolheu o evento que teve entrada livre. Na iniciativa estiveram presentes quatorze expositores nacionais e cinco internacionais que apresentaram minerais, gemas, fósseis, ourivesaria e peças de artesanato naturalístico. 

O Colégio de Jesus encheu-se de visitantes oriundos de várias regiões do país, que. Desde colecionadores, apreciadores e apenas observadores, foram vários, os tipos de pessoas que visitaram o evento. No que diz respeito aos proprietários dos expositores, houve quem viesse de outros países só para apresentar o seu espólio.

De Madrid, veio Gustavo Roja e afirma que decidiu participar no evento porque “é uma feira com muita tradição e gostamos muito de Portugal.” O mesmo contou que na sua exposição “a pedra mais cara é a malaquita bruta e a pedra de Picasso que se encontra facilmente, mas uma peça grande e com qualidade não é comum.” Para Gustavo, a pedra mais especial é a turmalina, “tenho a turmalina azul e verde, são pedras muito especiais.”

O distrito de Viana do Castelo também marcou presença com Daniel Bezerra, que afirmou participar na feira há 15 anos. “Dentro do colecionismo todos os minerais têm alguma raridade, mas tenho uma peça que é extremamente formidável, que é uma turmalina em quartzo do brasil biterminado com aproximadamente seis quilos e com turmalinas verdes azuladas, que pertencia a uma coleção extremamente antiga. É uma peça que já pertencia aos antepassados do proprietário anterior, e dado a raridade da peça e o tamanho dela, nunca mais saiu nada assim do género”, realçou o mesmo.

Daniel Bezerra afirma que na feira mostram “parte do património da mineralogia, da geologia e da paleontologia, os próprios valores que o nosso país também tem, e acima de tudo além de fazermos uma amostra de peças raras e antigas, mostramos a atualização do que está a sair no terreno, a cada momento estão na sair minerais raros  e para o colecionismo é importante.”

 Natural de Abrantes, o estudante de mestrado em Geologia na UC, Hugo Rodrigues, também tinha um expositor. O mesmo apontou não ser a primeira vez que participa na feira e realçou que tem no seu espólio “o mineral euclásio e a alexandrita, considerados pedras preciosas, bastante raras”. O mesmo expõe que gosta de minerais desde criança e que o evento permite “ver as peças de outros vendedores, trocar peças, comprar para as nossas coleções e partilhar o nosso gosto por minerais.”

Outro expositor que estava no evento era o de Ana Sousa, veio de Barcelos, e também já participou antes na feira, a mesma contou que “temos um especial carinho por esta feira, é antiga.” “O mineral mais raro que tenho é o diamante em bruto e a moldavite”, destacou a mesma.

A feira foi organizada pelo Departamento de Ciências da Terra (DCT) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), com o apoio do Museu da Ciência da UC e do Núcleo de Geociências.

CoimbraFeira

Autor: Jornal da Mealhada

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