AFINAL, O QUE SERÁ UM BANQUEIRO?
D. Evarista, minha madrinha que Deus haja, senhora de muitas viagens e de largos anos de Lisboa, dizia-me de vez […]
D. Evarista, minha madrinha que Deus haja, senhora de muitas viagens e de largos anos de Lisboa, dizia-me de vez em quando: afilhado, tu ainda hás-de ser banqueiro!
Naquela minha tenra idade e sem algo petiscar de tão pomposa profecia, perguntava-lhe: Como o Tio Batista?
Tio Batista fazia bancos. De madeira. Logo teria de ser banqueiro. Lógica de catraio: banqueiro = carpinteiro!
E nesta me fiquei!
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Artigo de Renato Macedo de Ávila publicado na edição impressa de 6 de agosto.
Autor: Jornal da Mealhada
