Autarquia apoia HMM nos rastreios à população
A Câmara Municipal da Mealhada decidiu, na reunião do passado dia 03 de abril, atribuir um apoio de 42 mil […]
A Câmara Municipal da Mealhada decidiu, na reunião do passado dia 03 de abril, atribuir um apoio de 42 mil euros ao Hospital Misericórdia da Mealhada, juntando um apoio de 8 mil euros distribuídos pelas freguesias, para implementação do projeto de rastreios pelo concelho. Assim sendo, todas as freguesias serão abrangidas pela unidade móvel desta unidade de saúde.
Aloísio Leão, diretor clínico do Hospital Misericórdia da Mealhada, apresentou na reunião de Câmara de dia 06 de março duas propostas para melhorar a qualidade de vida da população mealhadense: a continuação do projeto O Coração é a Razão e o projeto Rastreios em saúde, este último gratuito em todas as localidades do concelho.
Aloísio Leão apresentou no dia 06 de março, em reunião de Câmara uma proposta de alargamento dos rastreios feitos pelo HMM na sua unidade móvel a todas as localidades do concelho. Se entendermos que esta solução é válida e precisa, precisamos do apoio da autarquia para a prosseguir, disse na altura, explicando ainda que pretendem que os rastreios percorram todas as localidades do concelho, assim como todas as escolas e lares, proposta que o vereador José Calhoa apoiou, mencionando que a população está cada vez mais envelhecida.
Arminda Martins, vereadora, referiu nessa reunião que é apologista da unidade móvel de saúde, tendo em conta que também a chama muitas vezes para parceira dos eventos da Rede Social. Sugeriu ainda serem integradas nestas unidades móveis, os alunos da EPVL da área da saúde. Quanto à unidade de prevenção de risco cardiovascular, acrescentou ainda que esta devia abranger mais pontos do concelho e não se delimitar apenas à cidade da Mealhada.
Nós somos um serviço complementar ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), que é um dos melhores do mundo. Vamos tentar, por isso, complementar aquilo que o SNS não consegue fazer por ser demasiado grande. A complementaridade passar por sermos nós a ir ter com as pessoas e não esperar que sejam elas a procurar, afirmou o diretor clínico.
O primeiro ano do projeto Rastreios em Saúde prevê um investimento de cerca de 114 mil euros e nos seguintes de 84 mil.
Autor: Jornal da Mealhada
