Quarta-feira, 04 de Fevereiro de 2026 às 13:30

Bombeiros do Porto estão na Mealhada como reforço às ocorrências na região de Coimbra

Bombeiros do Porto estão na Mealhada como reforço às ocorrências na região de Coimbra

Bombeiros do Porto estão na Mealhada como reforço às ocorrências na região de Coimbra

Bombeiros do Porto estão na Mealhada como reforço às ocorrências na região de Coimbra

Bombeiros do Porto estão na Mealhada como reforço às ocorrências na região de Coimbra
Bombeiros do Porto estão na Mealhada como reforço às ocorrências na região de Coimbra

Região

Bombeiros do Porto estão na Mealhada como reforço às ocorrências na região de Coimbra

A Mealhada foi selecionada como ponto estratégico para chegarem de forma mais fácil a todas as zonas.

A Mealhada conta com a presença de Bombeiros destacados pela área sub-região da área metropolitana do Porto como um reforço às ocorrências que podem surgir na região de Coimbra. O grupo está na Igreja Paroquial da Mealhada com as respetivas viaturas.

O comandante dos Bombeiros de Arouca, Sérgio Azevedo afirma que “estamos com um grupo de reforço de emergência pré-hospitalar ao serviço da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. Fomos destacados pela sub-região da área metropolitana do Porto. Estamos cá ao serviço da sub-região de Coimbra para qualquer eventualidade na área de emergência pré-hospitalar, em reforço aos meios da sub-região, tendo em conta aquilo que possa acontecer nesta região.”

“A Mealhada foi selecionada como ponto estratégico, porque é a forma mais fácil de chegar à autoestrada e chegar a toda a zona que pode estar envolvida, principalmente nas cheias, nomeadamente a própria cidade de Coimbra, mas também Montemor, Soure. Toda esta zona da bacia do Mondego”, refere Sérgio Azevedo.

O comandante dos Bombeiros de Arouca informa que “este grupo chegou no domingo ao final da tarde, embora as equipas sejam normalmente trocadas a cada 24 horas, para não estarem cá mais do que isso, embora tenham condições para descansar, comer e atender todas as necessidades básicas, inclusive tomar banho. Mas, por norma, os comandantes tendem a fazer a rendição das equipas de 24 em 24 horas, para não sobrecarregar quem cá está.”

No âmbito da previsão das cheias, Sérgio Azevedo conta que “é essencialmente um grupo de ambulâncias disponível para fazer qualquer intervenção feita com uma ambulância no dia a dia, como uma emergência médica, em reforço aos corpos de bombeiros da região de Coimbra que estão empenhados noutras funções.”

O comandante descreve que têm duas ambulâncias que estão a fazer serviço só no concelho de Soure e que ainda tem as equipas a apoiar a população por causa dos danos que a chuva trouxe. “Nomeadamente a reposição de alguns telhados, o corte de algumas árvores, e os bombeiros deles estão empenhados essencialmente nessas tarefas. Conseguimos, com o pouco que trouxemos, dar duas ambulâncias para fazer a emergência na área deles, enquanto eles ficam disponíveis para o resto das atividades. É esse o fundamento deste grupo”, expõe.

Em relação às ocorrências em que já prestaram apoio, o comandante dos Bombeiros de Arouca expressa que “fizemos algumas emergências médicas, são cerca de 12, desde que chegamos, tanto em Soure como na cidade de Coimbra, onde também fomos ontem fazer intervenções. Dentro disso, claro que também há situações em que se poderá fazer evacuação, se necessário.  Havia aqui zonas de cheia que poderiam estar em risco e, caso necessário, seria necessária evacuação. Estamos prontos também para intervir nessa matéria.”

Sérgio Azevedo refere que o tipo de situações até ao momento foram “essencialmente doenças súbitas, serviços do dia a dia, mas que, com a agravante de os meios estarem ocupados em várias frentes, não foram respondidos localmente e ajudamos, no caso, mais o INEM.”

Em relação ao período de tempo em que o grupo vai estar na Mealhada, Sérgio Azevedo informa que “aquilo que sabemos da origem é que até quinta ao final do dia. Mas, tendo em conta o agravamento das condições meteorológicas, poderemos ter que ficar mais alguns dias. As equipas estão mais ou menos preparadas para isso, é só termos a informação, e, como digo, vamos rendendo as equipas a cada 24 horas para manter a operacionalidade.”

No que diz respeito à situação de calamidade, por causa do mau tempo, o comandante dos Bombeiros de Arouca e Gisélia Braga, adjunta dos bombeiros de São Pedro da Cova afirmam que “ontem discutíamos isso quando chegamos, depois de fazermos o briefing, e aquilo para o qual estamos preparados a este nível de prevenção para posicionamentos é muito mais voltado para incêndios rurais. A este nível, é efetivamente algo diferente e com esta dimensão de todo, nunca foi visto.”

O comandante dos Bombeiros de Arouca acrescenta que “aquilo que temos conhecimento, o nível de empenhamento é o nível 4, que é o empenhamento máximo da proteção civil. Pelo menos até domingo estamos nesse nível de empenhamento. Quer dizer que, até esse dia, vamos continuar com este estado de tempo, com chuva persistente e ventos moderados a fortes, o que pode trazer problemas em todo o país, mas nestas zonas já sobrecarregadas ainda mais naturalmente.”

AçãoApoioBombeiros

Autor: Jornal da Mealhada

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