Quarta-feira, 23 de Março de 2016

Columbofilia da Mealhada atinge quase sempre os primeiros lugares

Columbofilia da Mealhada atinge quase sempre os primeiros lugares

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Columbofilia da Mealhada atinge quase sempre os primeiros lugares

O Grupo Columbófilo da Mealhada existe desde 5 de agosto de 1954 e, neste momento, apenas com onze sócios, oriundos […]

O Grupo Columbófilo da Mealhada existe desde 5 de agosto de 1954 e, neste momento, apenas com onze sócios, oriundos dos concelhos da Mealhada, Cantanhede e Coimbra, muitos têm sido os feitos e as metas atingidas.

Cuidar e treinar pombos para que fiquem entre os melhores nas competições é um enigma até para os criadores. Ninguém consegue explicar como um pombo percorre milhares de quilómetros e volta a casa, o que acontece praticamente sempre. São raros os que ficam pelo caminho.

Os sócios do Grupo Columbófilo têm cada um o seu pombal. Uns têm duzentos pombos, outros trezentos e outros cinquenta. Tudo depende Mas o ritual diário é sempre o mesmo: lavar os pombais, dar a ração e deixar os pombos saírem durante trinta minutos, de manhã e à noite. Quando soa o apito do dono regressam à mega gaiola. Há dias em que também tomam banho, com sais de sal e vinagre

Quando nascem são borrachos e borrachas e só a partir de um ano de idade se tornam pombos e pombas.

Os onze sócios do Grupo Columbófilo da Mealhada são todos federados e o ano de 2015 não podia ter corrido melhor. Paulo Campos sagrou-se campeão nacional de Meio Fundo (em que o pombo percorre de trezentos a quinhentos quilómetros), Marco Gaspar ficou em sexto e Luís Taveira em oitavo, numa competição onde estavam cerca de onze mil columbófilos.

Já o quinto e sexto melhores pombos nacionais, também na categoria de Meio Fundo, são de Luís Taveira.

No Campeonato Distrital de Aveiro – Zona Sul, o Grupo Columbófilo da Mealhada também obteve boas classificações. No Meio Fundo, o primeiro classificado foi Paulo Campos, seguindo-se Marco Gaspar. Em terceiro ficou Luís Taveira e em quarto Jorge Santos. Em Velocidade (em que os pombos percorrem de cem a trezentos quilómetros), o pombo de Paulo Campos ficou em primeiro lugar e outro de Luís Taveira ficou em segundo.

No Campeonato de Fundo Distrital – Zona Sul (em que os pombos percorrem de quinhentos a setecentos quilómetros), a equipa Miguel e Emanuel ficaram em segundo lugar e Jorge Santos em quinto. Nesta competição os melhores pombos são de Miguel e Emanuel que arrecadaram o terceiro lugar e Jorge Santos ficou em décimo primeiro.

Os Melhores Pombos da Distrital de Meio Fundo Zona Sul são de Marco Gaspar que ficou em primeiro, segundo e terceiro lugar.

A nível internacional, a classificação desde clube com sede na Póvoa da Mealhada também é notável. Na corrida que partiu de Valencia del CID, em Espanha, a setecentos e vinte quilómetros daqui, Jorge Santos arrecadou o primeiro lugar do Pombo Às Distrital e ainda o terceiro lugar, na zona que engloba os distritos de Aveiro, Porto, Viana do Castelo e Braga, tendo saído de Espanha às 6 horas e chegado a casa às 15 horas.

Na Exposição Distrital, na categoria de Velocidade, Jorge Santos viu o seu pombo ficar em segundo lugar; na categoria de Meio Fundo Marco Gaspar ficou em primeiro, terceiro e quinto lugares; nos Borrachos, Luís Taveira ficou em primeiro e segundo lugares.

Na exposição nacional, na categoria de Velocidade, Jorge Santos ficou em terceiro lugar e Paulo Campos em oitavo; no Sport H Velhos, Marco Gaspar ficou em primeiro, quarto e sexto lugares; e Luís Taveira arrecadou o oitavo e nono lugares em Borrachos.

Na Exposição Ibérica, Marco Gaspar ficou em primeiro lugar na categoria de Sport H Velhos em fêmeas.

E por toda esta extensa lista de prémios, Luís Taveira, elemento da direção do Grupo Columbófilo da Mealhada, não tem dúvidas: Esta é provavelmente a única associação do concelho que eleva bem alto o nome do concelho. Merecíamos um apoio maior..

E em 2016, a participação nos campeonatos é precisamente a mesma que a do ano anterior. Estamo-nos a preparar para mais um campeonato. Encestamos os pombos, todos ficam com um chip e vamos levá-lo a um camião que os transportará para o local de partida. Quando eles chegam ao seu pombal, passam, obrigatoriamente, por uma central que dá as contagens do tempo para a Federação. A partir dai ficamos aguardar os resultados a nível nacional, distrital ou ibérico, dependendo do campeonato, concluiu o dirigente.

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Mónica Sofia Lopes

Autor: Jornal da Mealhada

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