Terça-Feira, 07 de Abril de 2026 às 14:35

CPCJ de Cantanhede faz “operação stop” para prevenção de maus-tratos

CPCJ de Cantanhede faz “operação stop” para prevenção de maus-tratos

Região

CPCJ de Cantanhede faz “operação stop” para prevenção de maus-tratos

A vereadora Célia Simões revela que decidiu “apostar numa abordagem diferente, capaz de levar as pessoas a refletir sobre esta problemática”.

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Cantanhede está a organizar uma Operação STOP junto da Escola Básica de Febres, da Escola Lima de Faria, da Escola Marquês de Marialva e da Escola Básica e Secundária João Garcia Bacelar da Tocha, a fim de sensibilizar os condutores para a prevenção contra os maus-tratos na infância.

Segundo a Câmara de Cantanhede, a iniciativa realiza-se a14, 16 e 17 de abril, com a colaboração da Guarda Nacional Republicana (GNR), no âmbito da campanha nacional “Abril – Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância e Juventude”, promovida pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos de Proteção das Crianças e Jovens.

Segundo a vereadora da Ação Social e Saúde de Cantanhede, Célia Simões, “este ano foi decidido apostar numa abordagem diferente, capaz de levar as pessoas a refletir sobre esta problemática”. De acordo com a autarca, apesar de esta ação ter maior visibilidade durante o mês de abril, “existe um trabalho contínuo e abrangente ao longo de todo o ano que muitas vezes não é visível para a comunidade”.

A CPCJ de Cantanhede, sediada no edifício da Casa Francisco Pinto, juntou-se à Campanha do Laço Azul. Para assinalar esta causa, durante o mês de abril, o edifício da Câmara Municipal de Cantanhede é iluminado de azul e a Casa Francisco Pinto está adornada com laços azuis, simbolizando o compromisso na proteção das crianças e na defesa dos seus direitos.

A Campanha do Laço Azul, que teve início na Virgínia, nos Estados Unidos, quando uma avó, Bonnie Finney, perdeu os dois netos, vítimas de violência, foi assinalada mundialmente, promovendo a proteção das crianças contra os maus-tratos na infância.

O azul simbolizava a cor das lesões e serviu-lhe como um lembrete constante da sua luta pela proteção das crianças.

Educação

Autor: Jornal da Mealhada

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