CRÓNICAS LOCAIS: O COLAPSO DAS TERMAS DO LUSO
A realidade do Luso é esta, o Verão chegou ao fim sem canto do pisco. Muita gente até duvidou se […]
A realidade do Luso é esta, o Verão chegou ao fim sem canto do pisco. Muita gente até duvidou se existem termas, entre a realidade e a ficção quase não se deu por elas. Obras fora de tempo obstaram á normalidade e os fumos tóxicos ajudaram a espantar muita gente. Fizeram-se umas festas e animou-se a componente que cresceu, os garrafoneiros que aos milhares monopolizam as onze bicas da fonte. Se não fossem estes turistas de pé rapado teríamos passado á desertificação. Bebem um café, comem um bolo, dão uma volta pelas barracas, compram uma bandeira do fêkêpê! A autarquia até fala em subir a taxa de ocupação, pensam que os vendedores ganham tanto como eles próprios, políticos. Mas aqui o dinheiro não cai do céu como na Câmara! É preciso ganha-lo!
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Artigo de Ferraz da Silva publicado na edição impressa de 1 de outubro.
Autor: Jornal da Mealhada
