CRÓNICAS LOCAIS: SOBREVIVER ENTRE RESÍDUOS TÓXICOS
Conheci o velho Alcides Branco no ano de 1968 no Clube Feirense. A sede era na rua principal da então […]
Conheci o velho Alcides Branco no ano de 1968 no Clube Feirense. A sede era na rua principal da então Vila da Feira, um pouco abaixo da Câmara onde a rua estreitava entre o casario e se compactava com uma multidão no dia da procissão das fogaceiras. Caía ali o Carmo e a Trindade com as vinte e uma freguesias e faziam-se naqueles dias largas centenas de fogaças para dar resposta á procura do mercado que batia records de vendas ano após ano. A vida era tranquila á sombra do castelo, do tribunal e da igreja, três edifícios símbolo erguidos na colina medieva onde nasceu o burgo.
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Artigo de Ferraz da Silva publicado na edição impressa de 3 de setembro.
Autor: Jornal da Mealhada
