De Luso Antiguidade Googalizada apresentado a 26 de novembro
A cerimónia de lançamento do livro De Luso Antiguidade Googalizada, de Nuno Alegre, acontece, dia 26 de novembro, quinta-feira, às […]
A cerimónia de lançamento do livro De Luso Antiguidade Googalizada, de Nuno Alegre, acontece, dia 26 de novembro, quinta-feira, às 15 horas, no Salão Nobre do Casino do Luso, e a entrada é livre. Uma obra que começou com o objetivo de procurar o significado da palavra Luso, mas que culminou na descoberta e identificação oficial por parte do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) de mais um local arqueológico, no concelho da Mealhada, aumentando, assim, o património português.
Contando com o apoio da Câmara Municipal de Mealhada, Fundação Mata do Bussaco, Fundação Luso, Junta de Freguesia de Luso, Câmaras Municipais de Penacova e Anadia e Escola Profissional Vasconcellos Lebre, este livro contou com a colaboração de alguns professores da Universidade de Coimbra nas áreas da História e Arqueologia e veio lançar novas hipóteses sobre a origem do nome da Lusitânia. Além de apontar caminhos alternativos para a pesquisa de documentos históricos, teve como resultado prático efetivo, a descoberta de um novo local de interesse arqueológico declarado pelo IGESPAR, que se julga estar relacionado com o misteriosamente desaparecido Mosteiro da Vacariça (provavelmente um dos maiores proprietários de terras na época da reconquista cristã e da fundação de Portugal), lê-se numa nota do autor da obra, lusense e gestor hoteleiro há uma década (ligado à área há muitos anos devido a raízes familiares).
Procurando ir mais além no que toca às origens do Luso, Bussaco e Vacariça, é um livro que tem como principal função apontar caminhos de investigação alternativos, aumentar o património edificado e cultural por forma a estimular a frequência turística e, na essência, fazer o levantamento de uma série de assuntos que estavam deslembrados, criando assim uma base suficientemente alargada para que outros estudos, porventura mais profundos, possam vir a acontecer, conclui a mesma nota.
Autor: Jornal da Mealhada
