Sexta-feira, 29 de Abril de 2016

Depois de tanto dinheiro investido, é exigir muito que o Cineteatro funcione?

Depois de tanto dinheiro investido, é exigir muito que o Cineteatro funcione?

Região

Depois de tanto dinheiro investido, é exigir muito que o Cineteatro funcione?

Os sócios do Grémio de Instrução e Recreio (GIR) reuniram, na tarde do passado dia 23 de abril, e do […]

Os sócios do Grémio de Instrução e Recreio (GIR) reuniram, na tarde do passado dia 23 de abril, e do encontro terá resultado a constituição de uma comissão que irá procurar junto da Câmara da Mealhada elaborar um novo protocolo (para o Cineteatro da Pampilhosa), com base num primeiro, realizado pela autarquia.

Foi uma assembleia histórica com a presença de trinta e três sócios e resultou da impugnação da primeira reunião, que se realizou em março, e que gerou dúvidas pela forma como foi convocada, uma vez que alguns sócios diziam que não tinham sido convocados, declarou, ao Jornal da Mealhada, Mário Rui Cunha, um dos sócios do GIR e agora também elemento da comissão criada.

Uma comissão aprovada com trinta e dois votos a favor e uma abstenção e que é constituída, para além de Mário Rui Cunha, por Fernando Marinheiro Correia, Ana Maria Pires, Jorge Coimbra e Gil Ferreira.

Este conjunto de sócios do GIR irão estudar um novo protocolo, com base num primeiro sugerido pela Câmara Municipal e que não terá sido aceite pela atual direção do Grémio. O Jornal da Mealhada teve acesso a esse protocolo que entre muitas coisas obriga o GIR a utilizar a comparticipação financeira da Câmara nas obras de finalização do Cineteatro da Pampilhosa; depois das obras terão que ser realizadas atividades e espetáculos de natureza sociocultural e recreativa; e ser entregue, anualmente, à Câmara o Plano de Atividades e Orçamento do ano seguinte, bem como a apresentação de Contas do ano anterior, mediante prazos.

Este novo protocolo terá que ser ajustado até ao próximo dia 8 de maio, altura em que os elementos da Comissão entregarão o documento aos elementos da direção do GIR, para estes o apresentarem à Câmara.

Mas Rui Marqueiro, presidente da autarquia, ainda não tem conhecimento de nada. Vou aguardar que me contactem, mas custa-me a perceber esta situação. A Câmara começou por fazer um protocolo que a direção do GIR não aceitou, depois fizeram eles um que foi aprovado em reunião da autarquia e na assembleia-geral pelos sócios do Grémio. Agora, ao que tudo indica, aparece contestação ao protocolo aprovado. Não entendo!, afirma o edil.

E Rui Marqueiro acrescenta: Os sócios do GIR têm que perceber que a Câmara não é uma casa do GIR. É sim uma casa que quer colocar o GIR ao serviço da Cultura. No Cineteatro da Pampilhosa estão muitos dinheiros públicos investidos, será que é exigir muito que aquilo funcione?, coloca ainda, mesmo que retoricamente, a questão.

xa0

Fotografia de Arquivo

Autor: Jornal da Mealhada

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