Depressão Kristin: Região Metropolitana de Coimbra acompanha situação e ativa planos de emergência
A RMC solicita ao Governo a averiguação dos prejuízos e apoio para a resolução dos danos causados.
A Região Metropolitana de Coimbra (RMC), no dia 28 de janeiro, afirmou num comunicado que “expressa a sua total solidariedade para com os municípios e populações afetadas pela depressão Kristin, um momento particularmente difícil que está a atingir grande parte do território nacional. Manifesta, igualmente, o seu mais profundo pesar pelas vítimas mortais, endereçando sentidas condolências às famílias enlutadas.”
A mesma fonte expôs que “a RMC tem estado a acompanhar o evoluir da situação através da sua presença em regime de permanência no Centro de Coordenação Operacional Sub-regional e através do empenho das equipas de sapadores florestais. Desde o início da noite de anteontem, todos os Serviços Municipais de Proteção Civil da Região Metropolitana de Coimbra estão coordenados para resolver as situações mais urgentes, contando inclusive com o apoio de grupos de reforço vindos de outros distritos da Região Centro.”
Em relação ao ponto de situação, no comunicado são referidos os “planos de emergência: encontram-se ativos o Plano Distrital de Emergência e Proteção Civil, bem como nove Planos Municipais nos concelhos de Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Lousã, Mira, Miranda do Corvo, Pampilhosa da Serra, Penela e Soure. Ocorrências: estão registadas centenas de ocorrências nos 19 municípios da RMC, nomeadamente quedas de árvores, movimentos de massa, quedas de estruturas e danos em edifícios públicos. Vítimas: Até ao momento, não há registo de qualquer vítima na nossa área de jurisdição. Serviços e escolas: verifica-se a existência de inúmeras freguesias sem energia elétrica e o encerramento de estabelecimentos de ensino em 10 municípios, além de diversos serviços públicos sem condições de funcionamento. Existem também constrangimentos em várias estradas sob avaliação.
A mesma fonte destacou que “perante a gravidade dos factos, a RMC reforça o pedido da Associação Nacional de Municípios Portugueses e solicita ao Governo a célere averiguação dos prejuízos e o posterior apoio para a resolução dos danos causados.”
Autor: Jornal da Mealhada
