Quinta-feira, 09 de Fevereiro de 2017

Discussão pública da reforma da floresta chegou ao fim

Discussão pública da reforma da floresta chegou ao fim

Região

Discussão pública da reforma da floresta chegou ao fim

Terminado o período de discussão pública da Reforma da Floresta, em que o principal objetivo era divulgar as propostas do […]

Terminado o período de discussão pública da Reforma da Floresta, em que o principal objetivo era divulgar as propostas do Governo e submetê-las à apreciação da sociedade civil para recolha de contributos, o Ministro da Agricultura regista com apreço o elevado grau de participação dos cidadãos e das entidades representativas do setor neste debate.

Foram recebidas mais de 600 participações por escrito, cerca de metade das quais foram remetidas por produtores e operadores florestais, associações e organizações representativas do setor, confederações agrícolas e organizações ambientalistas. As restantes participações foram enviadas por cidadãos, municípios e especialistas académicos.

O Governo levou igualmente a cabo um amplo programa de debate público descentralizado, que abriu com um debate parlamentar sobre a Reforma Florestal e que se estendeu a todo o país, através de 7 iniciativas regionais, que contaram com a participação de mais de mil pessoas, as quais colocaram questões e apresentaram contributos.

Toda a informação recolhida vai agora ser criteriosamente analisada, para que o Governo possa equacionar as alterações a fazer aos diplomas previamente aprovados. Esta análise será levada a cabo pela Comissão Interministerial que preparou a Reforma da Floresta e que é composta por 8 Ministérios: Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural (que coordena), Finanças, Justiça, Economia, Ambiente e Ordenamento do Território, Defesa Nacional, Administração Interna e Ministro Adjunto.

Só após a incorporação das alterações que se entenderem pertinentes é que os diplomas seguem de novo para aprovação final em Conselho de Ministros.

Dos 10 diplomas submetidos a discussão pública, alguns ainda terão de passar pela Assembleia da República, tendo em conta a natureza das matérias que abordam. É o caso, por exemplo, dos seguintes: Novo quadro de incentivos e isenções fiscais e emolumentares para o setor florestal; Revisão do Regime Jurídico das Ações de Arborização e de Rearborização; Criação do Banco de Terras e do Fundo de Mobilização de Terras; Criação do Sistema de Informação Cadastral Simplificada.

Autor: Jornal da Mealhada

Find A Doctor

Give us a call or fill in the form below and we will contact you. We endeavor to answer all inquiries within 24 hours on business days.