FC Pampilhosa, 1 – GD Oliveira do Hospital, 0
Campeonato Nacional Prio xa0 Mereciam mais os oliveirenses xa0 Jogo no Campo Carlos Duarte na Pampilhosa, na tarde de 26 […]
Campeonato Nacional Prio
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Mereciam mais os oliveirenses
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Jogo no Campo Carlos Duarte na Pampilhosa, na tarde de 26 de março de 2016.
Árbitro: André Neto, auxiliado por Márcio Teixeira e Israel Lopes.
FC Pampilhosa: Eduardo, Marco, Alex, Bebé (cap.) (YeKin, 90+4m), Romão, Igor, Wilson, André Gonçalves (Fábio, 89m), Carlos (Brunito, 57m), Marito e Aly.
Treinador: Fernando Niza
GD Oliveira do Hospital: Rui, Daniel, Diogo, Zé Francisco, Gutti (cap.) NA,70m), Mané, Fred, Tavares (Valter, 63m), Glauber, Nuno (Wel, 82m) e Lomba.
Treinador: Ricardo Lima
Ao intervalo: 0-0
Marcador: Bebé (59m gp)
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Um jogo disputado com duas partes distintas. A primeira parte foi morna de ambos os lados, embora os oliveirenses entrassem mais diretos para a baliza de Eduardo, que conseguiu que a mesma não fosse violada durante todo o encontro.
O Oliveira do Hospital jogava aqui uma cartada de salvação, para evitar cair nos distritais de Coimbra. Diga-se em abono da verdade que tudo fizeram para que pelo menos levassem um ponto neste encontro. Os visitantes lutaram muito, deram muito trabalho à defesa da casa, que se manteve em bom ritmo até final do jogo.
AS oportunidades foram poucas de ambos os lados e jogava-se muito a meio campo, onde a luta entre os dois conjuntos era titânica.
Foi assim em toda a primeira parte, cujo encontro terminou empatado sem golos, que consideramos um resultado certo, pelo esforço dispendido pelos dois conjuntos. Até a arbitragem esteve em grande plano, até ao intervalo.
No segundo período a equipa da casa entrou mais determinada e queria chegar ao golo o mais cedo possível. As arremetidas eram uma constante para a baliza de Rui, onde André Gonçalo e Igor eram duas setas apontadas à baliza dos visitantes.
Aos cinquenta e sete minutos, numa grande confusão na área oliveirense, um defesa cortou a bola com o braço e o árbitro de imediato mandou marcar o respetivo castigo máximo. Beba chamado a converter não falhou, e colocou a equipa da casa em vantagem.
Não adormeceram os visitantes e continuavam a pressionar a baliza de Eduardo. O caso do jogo deu-se aos sessenta e dois minutos, na marcação de um canto do lado direito em relação ao ataque dos visitantes, um defensor da casa, também meteu o braço à bola e o árbitro nada assinalou, gerando grandes protestos dos jogadores, e diretores do Oliveira do Hospital, que terminou com a expulsão do treinador dos oliveirenses, por protestos desagradáveis, mas com alguma razão.
Aos oitenta e dois minutos, Eduardo teve a defesa mais difícil do jogo, e teve de se aplicar com toda a sua energia para evitar o golo do empate.
O encontro acabou escaldante, mas os jogadores de Oliveira do Hospital, tinham razões para se queixarem, porque não houve um critério uniforme.
A arbitragem, depois de ter feito uma primeira parte de grande plano, estragou o seu trabalho, ao não assinalar a falta respetiva, que os visitantes tanto contestaram e com alguma razão.
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Crónica de Afonso Simões
Autor: Jornal da Mealhada
