Domingo, 14 de Outubro de 2018

Furacão Leslie deixa marcas de destruição na Mata Nacional do Bussaco

Furacão Leslie deixa marcas de destruição na Mata Nacional do Bussaco

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Furacão Leslie deixa marcas de destruição na Mata Nacional do Bussaco

A noite de dia 13 de outubro fica assinalada na história da Mata Nacional do Bussaco por um rasto de […]

A noite de dia 13 de outubro fica assinalada na história da Mata Nacional do Bussaco por um rasto de destruição nunca antes visto. Na sequência do vento e chuva forte estão, neste momento, dezenas de árvores caídas, caminhos cortados, sinalética destruída, motivos que levaram a Proteção Civil Municipal da Mealhada a encerrar a floresta ao trânsito automóvel e a barrar a entrada de pessoas, por questões de segurança.

Depois de uma noite conturbada, com rajadas de vento forte e chuva intensa, na sequência da passagem do furacão Leslie, agora é tempo de contabilizar estragos. Esta manhã, após uma visita à Mata Nacional do Bussaco, o cenário era caótico, com dezenas de árvores caídas, caminhos obstruídos por troncos e ramagens e sinalética destruída. A nível de infraestruturas, a esplanada da Fundação Mata do Bussaco está inutilizada, com cadeiras e mesas destruídas pela fúria do vento, estando ainda por apurar os danos sofridos por alguns edifícios circundantes.

Até ao momento, e de acordo com a Fundação Mata do Bussaco, o Vale dos Fetos é onde se registam prejuízos incalculáveis, tendo em conta que este é dos espaços emblemáticos da mata, pela existência de exemplares únicos de fetos de porte arbóreo, construído em 1887. Sabe-se ainda que o caminho entre os Jardins do Palácio do Bussaco e as Portas de Coimbra está intransitável, com árvores e ramos caídos em vários pontos do percurso, havendo também vários trilhos turísticos onde nem a pé se consegue circular.

Genericamente, entre a Fonte Fria, situada ao lado do Vale dos Fetos, e o Palácio do Bussaco/Convento de Santa Cruz, é muito visível a passagem da tempestade Leslie, tal como refere a Fundação Mata do Bussaco.

Tendo em conta os prejuízos apurados até ao fim da manhã, a Proteção Civil Municipal da Mealhada deliberou o encerramento da floresta, por questões de segurança, estando, para já, barrada a entrada de pessoas e de trânsito automóvel.

Autor: Jornal da Mealhada

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