Segunda-feira, 14 de Março de 2016

GD Mealhada, 1 – Vista Alegre, 0

GD Mealhada, 1 – Vista Alegre, 0

Região

GD Mealhada, 1 – Vista Alegre, 0

Campeonato Distrital de Juvenis 2.ª Divisão série D xa0 No último suspiro xa0 Jogo no campo de relva sintética na […]

Campeonato Distrital de Juvenis 2.ª Divisão série D

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No último suspiro

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Jogo no campo de relva sintética na Mealhada, na tarde de 12 de março de 2016.

Árbitro: Fernando Martins, auxiliado por Michael Carvalho e Ricardo Oliveira

GD Mealhada: Zé Cruz, Manuel Ramos, Tiago Pereira (cap.), Gabri, Calhabéu, Xavier Oliveira, Alex Madeira (Rui Duarte, 80+4m), Tomás Batista, Bruno Santos, Dani e Dedé (Vlad, 52m).

Treinador: Marco Breda

Vista Alegre: Rui Capela, Albuquerque, Paulo Silva (cap.) (Sanbug, 55m), Antunes, Capão, Riki, Gonçalo (Léo, 75m), Russo, Vaz, Renato e Marques (Sataquinha, 61m).

Treinador: Pedro Simões.

Ao intervalo: 0-0

Marcador: Manuel Ramos (80+3m)

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Uma primeira parte muito bem disputada, com ambos os clubes a criarem oportunidades para poderem abrir o marcador.

Os visitantes, com uma defesa muito bem organizada e segura, despachavam as bolas da sua área sem rodeios, e para a área do seu adversário. Os locais demoraram a conseguir impor o seu jogo, pela forma como o adversário jogava. Os locais organizavam boas investidas para a baliza de Rui Capela, mas não levavam a direção desejada para o golo.

Dezoito minutos, num livre descaído na direita, enviada a bola para o segundo poste, mas o avançado do Vista Alegre, deu de cabeça na bola para fora da baliza. Notava-se que os visitantes, não tinham um ataque tão perfeito como os defensores. Com jogadas cá, jogadas lá, a primeira parte terminou sem golos, por falta de eficácia da equipa atacante local.

O segundo período, os visitantes convenceram-se e não faltou quase nada, que poderiam levar um empate da Mealhada para a Vista Alegre e que jeito faria. Colocaram à frente do guarda redes Rui Capela, um autêntico autocarro, e não passavam do meio campo. Zé Cruz, guarda redes da casa, não fez uma defesa digna desse nome, durante toda a segunda parte, porque os visitantes não queriam arriscar a saída da sua área. Aos trinta e quatro minutos Manuel ramos, era o mais inconformado com o resultado que o jogo estava a ter e lutava sempre por melhor momento de poder fazer um golo. Um relate de longa distância, a bola subiu acima da trave da baliza.

Trinta e seis minutos, chegou-se a gritar golo para a equipa da casa. Mas dois dos defensores por duas vezes, conseguiram que a bola não ultrapassasse a linha de golo. Era um desespero total dos jogadores locais, que tudo faziam para marcar, mas o destino nada queria com eles.

O segundo período começou sem alterações nos dois conjuntos.

O sistema de jogo mudou redondamente. Era uma equipa da casa a procurar o golo e os visitantes a defenderem-se com unhas e dentes, como se costuma dizer, e a bola teimava em não entrar na baliza de Rui Capela, muito alto e possante, defendia tudo quanto era de defender. Os jogadores da Vista Alegre, passaram a tentar queixar tempo, a deitarem-se no chão simulando algumas lesões, que demoravam imenso a saírem do campo e deu asas a que os jogadores da casa se enervassem com o procedimento dos atletas visitantes.

Com tanto tempo queimado durante a segunda parte, o árbitro deu cinco minutos de compensação, para ale do tempo regulamentar.

Já decorria o minuto três para além do tempo regulamentar, quando Manuel Ramos, disparou uma bomba em direção à baliza, que só parou no fundo das redes. Foi um delírio para os atletas e responsáveis, que estiveram na eminência de sofrer um empate, frente a uma equipa, que não veio para vencer, mas sim para empatar o jogo, com tanto jogador a defender na sua área.

A arbitragem esteve bem.

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Crónica de Afonso Simões

Autor: Jornal da Mealhada

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