Sábado, 28 de Julho de 2018

GIPS da GNR recebem 6 veículos de combate a incêndios

GIPS da GNR recebem 6 veículos de combate a incêndios

Região

GIPS da GNR recebem 6 veículos de combate a incêndios

O Governo entregou ontem 6 veículos pesados de combate a incêndios florestais ao Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro […]

O Governo entregou ontem 6 veículos pesados de combate a incêndios florestais ao Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro da Guarda Nacional Republicana (GIPS).

Aveiro, Bragança, Faro e Viseu são os distritos beneficiados com a entrega de um total de 16 veículos pesados destinados ao GIPS da GNR. Estes veículos têm capacidade para 3500 litros de água e estão equipados com o sistema de comunicações SIRESP (operadora da Rede Nacional de Emergência e Segurança).

Após o avanço desta informação à comunicação social por parte do Ministério de Administração Interna (MAI), o Jornal Expresso publicou a notícia sob o título Carros de combate a fogos florestais chegaram com defeito. Na edição online do semanário pode ler-se dezenas de novas viaturas de combate a incêndios do GIPS não podem ser utilizadas porque foram equipadas com uma bomba de água sem pressão suficiente.

A propósito da publicação desta notícia, o Ministério de Administração Interna vem desmentir esta informação dizendo o MAI não confirma qualquer anomalia nas viaturas e prossegue todas as viaturas entregues já se encontram empenhadas na atividade operacional do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS), e estão plenamente operacionais.

No mesmo comunicado o MAI refere que ao longo deste ano já foram entregues 88 viaturas ligeiras de combate a incêndios. Agora, foram entregues seis veículos pesados de combate a incêndios, de um lote de 16, sendo que os restantes 10 serão entregues no início de agosto.

O MAI esclarece ainda que os contratos das viaturas do GIPS são celebrados entre a GNR e os fornecedores, não havendo qualquer responsabilidade da Autoridade Nacional da Proteção Civil nesse compromisso, sendo que os contratos preveem penalidades para situações de incumprimento.

No que se refere aos centros de meio aéreos, uma vez que a notícia avançada pelo Expresso tinha um carácter genérico evidenciando a subida da temperatura até aos 40ºC e o consequente perigo de incêndio, o MAI avança que estão plenamente operacionais com meios aéreos e terrestres em cumprimento pleno da Diretiva Operacional DECIR 2018.

Em conclusão, o MAI declara ainda que todas as necessidades e melhorias identificadas estão a ser supridas no âmbito da Lei de Programação de Infraestruturas e Equipamentos para as Forças e Serviços de Segurança.

Autor: Jornal da Mealhada

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