Quarta-feira, 25 de Julho de 2018

Limpeza dos Espaços Verdes na ordem do dia da Reunião de Câmara

Limpeza dos Espaços Verdes na ordem do dia da Reunião de Câmara

Região

Limpeza dos Espaços Verdes na ordem do dia da Reunião de Câmara

A intervenção realizada em algumas zonas do Jardim Municipal da Mealhada, no passado dia 8 de julho, pela coligação Juntos […]

A intervenção realizada em algumas zonas do Jardim Municipal da Mealhada, no passado dia 8 de julho, pela coligação Juntos pelo Concelho da Mealhada, fez com que Rui Marqueiro, presidente da Câmara Municipal da Mealhada, escrevesse num comunicado de imprensa que foram registados cortes de relva pontuais por parte de alguns vândalos.

Hugo Silva, líder da coligação, começou por pedir ao líder do executivo um relatório técnico de determinação de estragos ou danos, remetendo a sua questão para a frase acima referida. Rui Marqueiro, justificou a utilização do termo com o facto de não ter sido pedida autorização para a intervenção, sendo o Jardim da Pampilhosa propriedade municipal. O autarca continuou se me apresentasse em casa do senhor e procedesse ao corte de ervas, o senhor não ia gostar. Ora, pessoas, sem autorização, que fazem certo tipo de coisas, para mim são vândalos e se quisesse tinha intervindo na vossa ação.

Sónia Almeida, membro da coligação, rebateu a resposta do autarca indicando que a origem da palavra vândalos advém dos povos bárbaros, sugerindo que o presidente da Câmara Municipal da Mealhada estaria a denominar os participantes na 1ª Corrida de Cortadores de Relva de bárbaros, acrescentando ainda que os munícipes agradeceram a nossa intervenção. O líder do executivo respondeu à vereadora dizendo que ao falarmos das origens da palavra vamos ter uma discussão linguística tremenda e aproveitou para recordar os membros da coligação do que havia dito na última Assembleia Municipal, expliquei que estava com dificuldades nessa matéria e onde estava a fazer a primeira intervenção (IC2), o que já me mereceu um telefonema por parte da Infraestruturas de Portugal a agradecer o trabalho feito.

O presidente da Câmara Municipal da Mealhada, voltou a mencionar a dificuldade que teve em contratar empresas ou pessoas para as equipas de limpeza dos espaços verdes, algo que o autarca sublinhou que Hugo Silva foi o primeiro a reconhecer em reuniões anteriores.

Para o líder da coligação, o cerne da demora na limpeza dos espaços verdes está na ausência para férias de Rui Marqueiro, nas férias do presidente o município está de férias, dando a entender que houve inércia por parte do executivo liderado por Rui Marqueiro. O autarca começou por explicar a Hugo Silva que os meus colegas podem gerir, mas não podem decidir, e continua dizendo que tem o comando desse setor e que por estar de férias não foi possível seguir o que se estava a passar e dar ordens diretas para a limpeza dos espaços, sendo que o tempo foi favorável ao crescimento da vegetação.

Rui Marqueiro dá por terminado o assunto dizendo que é mais fácil falar do que fazer e esclarece que o corte de vegetação é uma operação difícil, temos processos a decorrer por terem sido partidos vidros de automóveis e, há dias, só não aleijámos uma pessoa por sorte!.

Autor: Jornal da Mealhada

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