MAIS POURQUOI?
Em fúnebre recanto da cidade luz, por entre as sombras soluçadas de seu lacrimoso pranto, perguntava uma mãe: mais pourquoi? […]
Em fúnebre recanto da cidade luz, por entre as sombras soluçadas de seu lacrimoso pranto, perguntava uma mãe: mais pourquoi?
Porquê? A magna questão que, neste momento, se coloca a todos nós, tristes mortais, irmanados na dor dos familiares e amigos daqueles que a barbárie de desnaturado fanatismo tão cruelmente ceifou. Ponto de partida para um profundo exame de consciência de toda a humanidade neste turbulento dealbar do terceiro milénio.
Porquê? Tanto ódio, tanta violência, tanto desprezo pela vida?
xa0
Artigo de Renato Macedo de Ávila publicado na edição impressa de 25 de novembro.
Autor: Jornal da Mealhada
