Segunda-feira, 23 de Novembro de 2015

MAIS POURQUOI?

MAIS POURQUOI?

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MAIS POURQUOI?

Em fúnebre recanto da cidade luz, por entre as sombras soluçadas de seu lacrimoso pranto, perguntava uma mãe: mais pourquoi? […]

Em fúnebre recanto da cidade luz, por entre as sombras soluçadas de seu lacrimoso pranto, perguntava uma mãe: mais pourquoi?

Porquê? A magna questão que, neste momento, se coloca a todos nós, tristes mortais, irmanados na dor dos familiares e amigos daqueles que a barbárie de desnaturado fanatismo tão cruelmente ceifou. Ponto de partida para um profundo exame de consciência de toda a humanidade neste turbulento dealbar do terceiro milénio.

Porquê? Tanto ódio, tanta violência, tanto desprezo pela vida?

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Artigo de Renato Macedo de Ávila publicado na edição impressa de 25 de novembro.

Autor: Jornal da Mealhada

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