Mário Silva Carvalho publica (segunda) obra: A Tomada de Madrid
A Tomada de Madrid, de Mário Silva Carvalho, natural da Pampilhosa, foi publicado no passado mês de janeiro e retrata […]
A Tomada de Madrid, de Mário Silva Carvalho, natural da Pampilhosa, foi publicado no passado mês de janeiro e retrata uma história impossível de amor de classes sociais diferentes. Ao Jornal da Mealhada, o autor explicou um pouco das suas obras e desvendou os ingredientes principais para as escrever.
Licenciado em História pela Universidade de Coimbra e bancário de profissão, foi depois de reformado que começou a escrever, com assiduidade, no ano de 2008. O romance Diário de um Carbonário, a sua primeira obra, publicada em 2014 pela auto editora Chiado, arrecadou o Prémio Literário João Gaspar Simões, da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
O autor recebeu também uma primeira Menção Honrosa nos Jogos Florais da Murtosa com o conto A Bicicleta do Juvenal. Em 2014 ganhou a décima quinta edição do Concurso Literário Prémio Dr. João Isabel com o conto O Regresso do Artur. Foi-lhe igualmente atribuído o primeiro prémio da XIª. Edição do Concurso Literário Descobrir Vizela com o conto O Brasileiro de Vizella.
Já este ano foi lançado, pela editora Saída de Emergência (com quem Mário Silva Carvalho tem contrato por sete anos), a obra A Tomada de Madrid: Um romance épico que nos conta como o exército português conseguiu um dos maiores feitos da sua história: Humilhar Espanha.
E que tempo diário lhe leva a escrita?, quisemos saber. Escrevo quatro, cinco horas, diariamente. Faz parte da minha rotina e é um grande desafio. Ocupa-me o tempo, dá-me uma grande capacidade de imaginação e é entusiasmante. A minha imaginação tem de cavalgar, todos os dias, para escrever este tipo de livros, declarou Mário Silva Carvalho, que acrescentou: Um romance histórico exige que antes de se começar a escrever tenha em minha posse uma cronologia de factos histórica, que faz sempre parte do conteúdo verdadeiro do enredo, sendo o romance a ficção.
E para toda esta compilação de informação, o autor recorre, muitas vezes, à Biblioteca da Universidade de Coimbra e, obviamente, à internet. Depois de escolhido o tema, imagino a ficção para, posteriormente, tentar encaixar com a vertente histórica, explicou ainda o autor, que, neste momento, tem já duzentas páginas escritas de um livro, que pretende publicar no próximo ano.
Autor: Jornal da Mealhada
