Marqueiro e o concelho perceberam que têm em mim o seu deputado, e que isso é uma mais-valia para a nossa terra
Cerca de quatro anos e meio depois de ter sido deputado à Assembleia da República, e na reta final da […]
Cerca de quatro anos e meio depois de ter sido deputado à Assembleia da República, e na reta final da campanha que poderá conduzir, ou não, à sua reeleição para a mesma responsabilidade, o Jornal da Mealhada falou com Bruno Coimbra lusense, de trinta e quatro anos, engenheiro ambiental no sentido de aferir da avaliação que faz dos últimos quatro anos, dos próximos e do momento atual da vida política do país.
O facto de esta entrevista ser dirigida ao deputado Bruno Coimbra, candidato pela Coligação Portugal à Frente, e de não haver mais nenhuma entrevista a mais nenhum candidato de outra qualquer formação partidária, deve-se à contingência de este ser o único candidato do concelho da Mealhada a figurar nas listas candidatas pelo círculo eleitoral de Aveiro e de ser o único candidato do sul do distrito de Aveiro em posição elegível.
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“O que ganhou o concelho da Mealhada em ter um seu munícipe como Deputado na Assembleia da República?”, “O sistema eleitoral português não tem círculos uninominais, portanto é deputado da Nação eleito por um distrito. Sente-se especialmente mandatado para representar o sul do distrito pelo facto de haver a possibilidade de ser o único deputado de quase metade do território distrital?” e “Ocupa a décima posição na lista da Coligação Portugal à Frente, está no fio da navalha: se a coligação mantiver o resultado da soma dos votos de há quatro anos entra diretamente, se não, fica à porta. Está esperançado que entra diretamente?” são algumas das questões feitas a Bruno Coimbra, na entrevista publicada na edição impressa de 30 de setembro.
Autor: Jornal da Mealhada
