Mealhada destacada por boa eficiência financeira
Os dados que reconhecem a Mealhada no conjunto das autarquias portuguesas com melhor eficiência financeira no que respeita às contas de 2024
A Mealhada é, entre 19 concelhos que integram a CIM Região de Coimbra, o município que apresentou a melhor pontuação pela sua “boa gestão”, em 2024. Os dados foram revelados na edição do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, no passado dia 4 de novembro, no Porto.
Os dados que reconhecem a Mealhada no conjunto das autarquias portuguesas com melhor eficiência financeira no que respeita às contas de 2024, tendo conseguido, no conjunto de vários indicadores analisados, uma pontuação global de 1087 pontos, equivalente ao 19.º lugar entre todos os municípios de média dimensão do país (entre 20 mil e 100 mil habitantes), igualando a classificação obtida em 2022.
Entre os vários indicadores analisados em termos de gestão financeira, a Mealhada consegue um importante 11.º lugar a nível nacional na lista de municípios com o maior equilíbrio orçamental, com 74,7%, figurando também entre os 100 municípios do país com melhor eficiência financeira.
Recorde-se que no exercício de 2024, a Câmara da Mealhada obteve a sua melhor execução orçamental dos últimos 15 anos, com uma taxa de 78% nas despesas de capital. Os números dão conta, também, de um investimento de cerca de 8 milhões de euros, sendo preciso recuar até ao exercício de 2008 para encontrar uma taxa acima deste valor.
“É com enorme satisfação que vemos consolidados os nossos esforços em matéria de gestão financeira da autarquia. Este resultado demonstra que temos seguido um caminho de rigor, transparência e responsabilidade na gestão dos recursos públicos, conciliando a sustentabilidade financeira com o investimento no desenvolvimento do concelho e na melhoria da qualidade de vida da nossa população”, reagiu António Jorge Franco, presidente da Câmara da Mealhada.
Esta foi a vigésima primeira edição do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, este estudo avalia a evolução económico-financeira das autarquias e dos respetivos grupos empresariais. O documento apresentado é da responsabilidade do Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (CICF/IPCA), e conta com o apoio da Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC) e do Tribunal de Contas.
Neste estudo foram analisadas contas individuais de 308 municípios, em que 86 câmaras municipais.
Autor: Jornal da Mealhada
