Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2026 às 18:04

Montenegro afirma em Coimbra que gestão das barragens foi “determinante”

Montenegro afirma em Coimbra que gestão das barragens foi “determinante”

Região

Montenegro afirma em Coimbra que gestão das barragens foi “determinante”

“Foi isso que aconteceu no Rio Mondego e aconteceu também noutros rios[…] naqueles cuja partilha junta Portugal e Espanha”

 O primeiro-ministro afirmou hoje que as ações de coordenação para assegurar capacidade de encaixe nas barragens foi determinante para diminuir os impactos do mau tempo e riscos de inundações.

A gestão que tem sido feita no rio Mondego, “como em todos os grandes cursos de água do país”, foi “determinante para diminuir os impactos que a adversidade meteorológica” trouxe, disse Luís Montenegro, numa declaração sem direito a perguntas no Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil de Coimbra, com a presença da ministra do Ambiente e de autarcas da região.

Segundo Luís Montenegro, tem havido uma gestão que provoca cheias controladas e com “ações de coordenação para poder ter capacidade de encaixe nas barragens com maior capacidade”.

No caso do rio Mondego, o primeiro-ministro frisou que a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) tem procedido “a uma gestão integrada, monitorizada, de descargas para poder libertar capacidade para os piores dias que viriam a seguir”.

“Foi isso que aconteceu no Rio Mondego e aconteceu também noutros rios. Naqueles cuja partilha junta Portugal e Espanha, essa gestão […] foi também muito intensa e eu quero nesta ocasião agradecer publicamente ao Governo espanhol, às autoridades regionais das comunidades autonómicas espanholas e, em particular, à senhora ministra do Ambiente e Energia, que tem coordenado com a APA esta interação”, salientou.

Dezasseis pessoas morreram em Portugal continental na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

Mau tempo

Autor: Lusa

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