O ARTISTA E O MEIO 9 – Márcia: Casulo
Depois de integrar as fileiras do Real Combo Lisbonense; depois de se dar a conhecer em nome próprio com Dá; […]
Depois de integrar as fileiras do Real Combo Lisbonense; depois de se dar a conhecer em nome próprio com Dá; depois de ser inesperadamente visitada pelo sucesso, graças ao feliz acaso de A Pele Que Há Em Mim, em dueto com JP Simões, santo patrono das melancolias acústicas. Depois de acrescentar o papel de mãe aos de cantora/compositora, facto iminentemente pessoal que só aqui mencionamos pela inevitável mudança de perspectiva que isso acarreta, e que está bem patente no seu novo disco. Depois de tudo isto, como podemos entender que uma artista que já parecia borboleta afinal ainda estar no Casulo? Teremos julgado mal o seu progresso? Ou será antes um caso de mudança de perspectiva?
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Artigo de João Vasconcelos publicado na integra na edição impressa de 31 de julho.
Autor: Jornal da Mealhada
