Onda de assaltos nos Cemitérios do concelho da Mealhada
Depois de publicarmos que a freguesia de Casal Comba foi alvo de furtos nos Cemitérios das localidades de Silvã, Carqueijo […]
Depois de publicarmos que a freguesia de Casal Comba foi alvo de furtos nos Cemitérios das localidades de Silvã, Carqueijo e Casal Comba, no último mês, o Jornal da Mealhada teve conhecimento de que afinal será uma onda, à qual ainda só escaparam os pertencentes à Junta da União de Freguesias da Mealhada, Ventosa do Bairro e Antes.
Na Vacariça, na parte velha do Cemitério, furtaram cobres e objetos mais antigos, explicou Carlos Rocha, presidente da Junta de Freguesia, que lamenta que também muita coisa tenha sido destruída. Apresentámos queixa na Guarda Nacional Republicana, disse ainda o autarca, que concluiu: Se calhar algumas pessoas ainda nem sabem dos estragos e furtos nas campas dos seus familiares.
Há cerca de mês e meio, todas as torneiras dos Cemitérios Novo da Pampilhosa e do Canedo foram furtadas, garantiu também Vítor Matos, presidente da Junta de Freguesia da Pampilhosa, que deu conta da ocorrência à GNR.
E o mesmo destino tiveram as torneiras do Cemitério de Barcouço. Foi há cerca de um mês e a GNR esteve no local. Agora estamos a preparar a carta para apresentar queixa, disse, ao Jornal da Mealhada, João Duarte, presidente da Junta de Freguesia de Barcouço.
Já no Luso, os furtos não ocorreram no interior do Cemitério, mas do lado de fora. As pessoas estacionavam os carros, entravam lá dentro e quando saiam as viaturas tinham sido assaltadas, declarou Claudemiro Semedo, presidente da Junta de Freguesia, recordando vários casos que aconteceram há cerca de dois meses.
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JM recorda furtos em interior de residência
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Recordamos os nossos leitores que, e conforme já noticiámos, nos últimos meses, o concelho da Mealhada tem registado algumas dezenas de furtos em residência. No passado mês de fevereiro foram vinte e um (dados do Centro Territorial de Aveiro da GNR), um número que se for comparado com o mesmo mês de 2015, onde houve onze, tem suscitado algum alarme na população.
Nem o presidente da Junta de Freguesia da Pampilhosa escapou. Entraram pelo portão, que não costumo trancar, e num anexo que tenho à entrada, levaram-me cerca de sessenta euros, declarou o autarca, ao Jornal da Mealhada, referindo-se ao episódio que lhe aconteceu na madrugada do passado dia 29 de fevereiro.
Autor: Jornal da Mealhada
