Sábado, 03 de Janeiro de 2026

Rally de Fim de Ano volta a unir história, paixão e precisão na Figueira da Foz

Rally de Fim de Ano volta a unir história, paixão e precisão na Figueira da Foz

Rally de Fim de Ano volta a unir história, paixão e precisão na Figueira da Foz

Rally de Fim de Ano volta a unir história, paixão e precisão na Figueira da Foz

Rally de Fim de Ano volta a unir história, paixão e precisão na Figueira da Foz

Rally de Fim de Ano volta a unir história, paixão e precisão na Figueira da Foz

Rally de Fim de Ano volta a unir história, paixão e precisão na Figueira da Foz

Rally de Fim de Ano volta a unir história, paixão e precisão na Figueira da Foz

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Rally de Fim de Ano volta a unir história, paixão e precisão na Figueira da Foz
Rally de Fim de Ano volta a unir história, paixão e precisão na Figueira da Foz

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Rally de Fim de Ano volta a unir história, paixão e precisão na Figueira da Foz

O orgulho de Abílio Gonçalves é evidente ao falar do impacto do CAAFF, enquanto
organizador deste rali […]

Rally de Fim de Ano. Entre o som dos motores clássicos, pudemos conversar com o
“arquiteto” da prova: o Dr. Abílio Gonçalves.
Natural de Coimbra, mas figueirense de coração há mais de 35 anos, é uma figura
incontornável do automobilismo nacional. Médico de profissão e de serviço na prova, é
ele quem, nos bastidores, assume um papel importantíssimo ao desenhar previamente o
traçado, calcular médias e definir a estratégia técnica que desafia os pilotos.
Fundador e ex-presidente do CAAFF (Clube de Automóveis Antigos da Figueira da
Foz) e atual presidente do Conselho Fiscal, recorda que o rali renasceu de um desafio.
“Há cerca de 20 anos, decidimos reeditar a prova com clássicos. O que começou por
ser um eventona avenida junto ao hotel transformou-se no modelo consolidado que
temos hoje”, explica.
O CAAFF nasceu ainda muito antes, por sua iniciativa e fruto da amizade de três
entusiastas dos carros antigos. Hoje, é a alma de um rali que volta a encerrar o ano da
Figueira da Foz com o glamour e a adrenalina que só as máquinas de outros tempos
conseguem proporcionar.
A “Mão” do Especialista: Onde o Rali se Decide
Para quem pensa que, na Figueira da Foz, um rally de regularidade é um simples passeio
à beira-mar, o Dr. Abílio desengana os incautos. Com a experiência de quem compete
em Portugal e em Espanha e conhece o meio como poucos, desenhou para esta edição
um percurso onde a navegação foi a chave.
“Como também faço ralis, gosto de desenhar provas onde a navegação seja
determinante. Este ano, a segunda e a penúltima PEC foram setores decisivos. É ali
que se ganha ou perde: passar no sítio certo, no momento exato. Mas a última PEC foi
também muito exigente, com um misto de navegação e condução, determinante na
classificação final. Esta edição da prova foi, aliás, disputadíssima até ao fim entre os
52 pilotos presentes”, revela.
De referir também que a tecnologia foi uma aliada imprescindível nesta edição de
2025. “Apesar de celebrarmos o passado, o controlo é feito por satélite, permitindo
saber, ao segundo, a posição de cada concorrente.” Um rali clássico, tecnologicamente
avançado, adaptado ao presente e com os olhos postos no futuro. Daí também a
rapidez com que os resultados finais são conhecidos por todos.Uma Escola de
Campeões
O orgulho de Abílio Gonçalves é evidente ao falar do impacto do CAAFF, enquanto
organizador deste rali, na formação de talentos. “Muitos começaram aqui, na Figueira.
O António Costa, que já foi campeão nacional, é um exemplo. E o Bruno Pádua, que hoje
ficou em 3.º lugar, também se iniciou na Figueira da Foz. O primeiro rali de ambos foi
este mesmo, o Rally de Fim de Ano .”
A Paixão que Passa de Pais para Filhos
Mais do que uma competição, esta edição do Rally de Fim de Ano foi uma vez mais uma
celebração do património automóvel. Uma verdadeira festa onde impera ano após ano o
espírito de família, onde se cruzam gerações , o combustível que mantém a chama
acesa e garantirá a continuidade deste evento por muitos e longos anos.
Já no Parque de Assistência, confirmámos esta premissa ao encontrar Bruno Gândara.
Piloto convidado, ao volante de um magnifico Ford Escort branco e azul, não veio
sozinho: trouxe os seus dois filhos, garantindo que a paixão pelos clássicos tem o
futuro assegurado.
Duas gerações que não dispensam este rali no seu calendário anual — em suma, o
mesmo ADN.
De referir que, durante a manhã e a tarde de sábado, dia 27, os oito pilotos
convidados pela organização evoluíram em acelerações e slides, levando o público
presente ao rubro, num traçado desenhado para Prova Complementar, no Parque das
Gaivotas. A partir das 15 horas, o mesmo percurso foi também percorrido pelos
pilotos do rali que o quiseram cumprir – facultativo e fecho de prova.
Mais uma edição concluída, tudo se prepara já para a edição 72 em 2026.
Em termos de classificação, o pódio ficou assim definido:
Classificação “Desportiva” após 280 Controlos – Terminado
1.º – Marcos Rodriguez Martin / Sonia Vasdquez Moron em Nissan 100
NX – 294 Pontos;
2.º – Armando Monteiro / Tiago Caio em BMW 2022 – 309 Pontos;
3.º – Bruno Pádua / Kika Simões em Skoda Favorit – 350 Pontos..º –
Classificação “Turística” após 138 Controles – Terminado
1.º – Sandro Pinto / Sílvia Ferreira em BMW 318 IS Coupé | 1435
Pontos;
2.º – Pedro Mariano / Daniel Jordão em Porche 912 | 1473 Pontos;
3.º – Luís Portocarrero Caseiro / Luís Castro Caseiro em Mazda
MX5 | 4001 Pontos

CorridaProva

Autor: Fernando Simões

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