Sexta-feira, 21 de Novembro de 2025 às 17:10

Bombeiros na Residencial Pinho Verde

Bombeiros na Residencial Pinho Verde

Bombeiros Voluntários da Pampilhosa testaram meios no simulacro

Bombeiros Voluntários da Pampilhosa testaram meios no simulacro

Operacionais dos BVP testaram no local as suas capacidades de resposta a incêndios

Operacionais dos BVP testaram no local as suas capacidades de resposta a incêndios

Simulacro de incêndio na Residencial Pinho Verde testa plano de emergência e reforça segurança
Bombeiros Voluntários da Pampilhosa testaram meios no simulacro
Operacionais dos BVP testaram no local as suas capacidades de resposta a incêndios

Região

Simulacro de incêndio na Residencial Pinho Verde testa plano de emergência e reforça segurança

“os simulacros não apenas ajudam a prevenir a ocorrência do incêndio, mas sobretudo a prevenir as consequências graves de uma emergência real […]”

A Residencial Pinho Verde foi o espaço de um simulacro no dia 19 de novembro, às 14 horas. A ação foi uma iniciativa do proprietário do estabelecimento, Raul Sousa que contou com a participação do Coordenador do Departamento Técnico na área da Segurança Contra Incêndios em Edifícios (SCIE), Bruno Silva, com o diretor da Multiel (a empresa consultora neste processo), Luís Carlos Lopes, e os Bombeiros Voluntários da Pampilhosa (BVP).

O proprietário da Residencial Pinho Verde, contou que a ideia de realizar a ação com entidades externas especializadas, nasceu da sua vontade de se certificar que as normas de segurança do estabelecimento são eficazes. “É a primeira vez que faço, e por isso pedi para eles virem”, explica Raul Sousa.  O mesmo acrescentou que desta forma, “os bombeiros ficam a saber as normas que tenho se um dia for preciso.” O mesmo expressou que o “já vai fazer uns sete ou oito anos que viemos para cá e estamos a modernizar tudo isto, justamente deixar tudo em conformidade com a lei e com os seguros.”

O Coordenador do Departamento Técnico da SCIE, Bruno Silva, explicou que “os simulacros são previstos no âmbito das Medidas de Autoproteção, que fazem parte obrigatória da gestão de segurança contra incêndio nos edifícios. A periodicidade mínima (máxima entre simulacros) é determinada consoante a “utilização-tipo” do edifício (UT) e a sua categoria de risco, conforme o regulamento técnico.”

O mesmo elucidou que “servem para testar a operacionalidade, eficácia e adequação do Plano de Emergência Interno do edifício ou recinto, verificando se os procedimentos definidos (alarme, alerta, evacuação, primeira intervenção) funcionam corretamente.”

“No caso concreto da Residencial Pinho Verde é determinada pela Utilização tipo principal VII «Hoteleiros e restauração» da 2.ª categoria de risco o que determina a realização de simulacros periodicamente”, realça Coordenador do Departamento Técnico da SCIE.

O Coordenador do Departamento Técnico da SCIE realça a importância da ação afirmando que “os simulacros não apenas ajudam a prevenir a ocorrência do incêndio, mas sobretudo a prevenir as consequências graves de uma emergência real, focando-se na segurança humana. Embora um simulacro em si não previna diretamente um incêndio (como medidas passivas ou ativas de proteção ao fogo), ele ajuda a mitigar as consequências de um incêndio e prevenir riscos secundários.”

O Comandante do BVP, João Pedro Marques, apontou que a participação dos bombeiros no simulacro serviu para “testar as nossas capacidades, os nossos meios para saber se está tudo bem, mas sobretudo também conhecer os locais.”

“A Residencial Pinho Verde fez realmente grande investimento em segurança. E neste caso, as modificações são muito importantes e portanto, criam realmente condições para que as pessoas possam estar mais descansadas”, realça o mesmo.

 

AçãoMealhada

Autor: Jornal da Mealhada

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