SMSs de alerta de risco de incêndio apresentam falhas
O Jornal de Notícias foi o primeiro a dar conta do número de horas que a SMS de alerta de […]
O Jornal de Notícias foi o primeiro a dar conta do número de horas que a SMS de alerta de risco de incêndio demora a chegar aos destinatários e por volta das 00h39 de hoje publicou, na página de internet do jornal, uma notícia intitulada SMS para emergências demoram até 12 horas.
A mensagem de aviso foi testada apenas no dia 19 de maio, pelas operadoras móveis nacionais em cooperação com a ANPC (Autoridade Nacional de Proteção Civil), nos distritos de Aveiro e de Viseu. Nesse teste foram enviadas 1,4 milhões de mensagens escritas, tal como confirma o comunicado de imprensa enviado pelo Ministério de Administração Interna (MAI), após a publicação da notícia acima referida.
No mesmo comunicado o MAI declara que no dia em que foi feito o teste atrás mencionado cerca de 90% das mensagens foram entregues nas duas primeiras horas, contrariando a notícia que saiu hoje a público. O MAI esclarece ainda que o SMS é uma informação de caráter preventivo, enviada quando é declarado o Estado de Alerta Especial de Nível Vermelho num determinado distrito ou distritos.
Quanto à difusão da informação pela população, o MAI declara que o conteúdo dos SMS é definido pela ANPC, enviado por esta Autoridade de forma eletrónica para os operadores de comunicações móveis, que por sua vez o remetem para os seus clientes – o que permite que se atinja uma cobertura muita significativa da população.
Nessa mensagem de alerta consta um número de apoio da ANPC para esclarecimento de dúvidas, porém, esta manhã foi enviada a primeira mensagem, pelas 8 horas da manhã, para os distritos de Beja e Faro, mas com o número da GlassDrive, empresa especialista na reparação de vidros nos automóveis. A ANPC já detetou o erro no número de telefone que seguiu na SMS e refere estar já devidamente corrigido, tendo as operadoras móveis remetido novo SMS com o número retificado, refere a entidade. Em comunicado de imprensa a ANPC lamenta o ocorrido, bem como os eventuais incómodos causados e apresenta desculpas aos cidadãos e à empresa em causa.
O MAI esclarece ainda que o envio e a receção destas mensagens informativas não acarreta qualquer tipo de custo para o Estado e para a população.
Autor: Jornal da Mealhada
