“Tenho pena quando um dia tiver de morrer.” Sérgio Godinho escreve contos sobre suicídio
Sérgio Godinho apresentou livro de contos sobre suicídio e assume que “a ficção narrativa é um suplemento de alma”
“Como se não houvesse amanhã — Histórias Suicidas” é o novo livro de Sérgio Godinho. O cantor e escritor esteve no Festival Literário de Penacova, a 3 de março, no Auditório Municipal e na presença do presidente da Câmara Municipal, Álvaro Coimbra. Numa sessão com sala cheia, Sérgio Godinho esteve à conversa com o jornalista de Coimbra, Manuel Portugal. Ambos ligados às palavras e à música, guiaram o público pelas razões e motivações da ficção narrativa dos contos agora publicados e que têm um tema comum: o suicídio. Viajaram também pela música portuguesa, revisitando a longa carreira do músico, já octagenário. Sérgio Godinho, que musicou expressões e quotidianos da língua e da cultura portuguesas em muitas canções, mostrou-se com uma visão muito própria do mundo, sempre com um toque interventivo no discurso. O autor foi surpreendido, no final da apresentação, por uma flash mob (atuação espontânea) protagonizada pelo Coral Divo Canto, que levou Sérgio Godinho a dizer: “Assim, ainda me fazem chorar.” O chefe da Divisão de Cultura da Câmara de Penacova agradeceu à equipa da autarquia e realçou publicamente a dedicação e o trabalho dos funcionários na preparação dos cenários, que enalteceu: “Entre tantos sucessos, há um detalhe que me enche de orgulho: a decoração. Foi tudo feito pela nossa ‘prata da casa’. Sem contratações externas, apenas com a criatividade da equipa da biblioteca e o uso de materiais reaproveitados que teriam como destino o lixo.” Miguel Gonçalves agradeceu...
“Como se não houvesse amanhã — Histórias Suicidas” é o novo livro de Sérgio Godinho. O cantor e escritor esteve no Festival Literário de Penacova, a 3 de março, no Auditório Municipal e na presença do presidente da Câmara Municipal, Álvaro Coimbra. Numa sessão com sala cheia, Sérgio Godinho esteve à conversa com o jornalista de Coimbra, Manuel Portugal. Ambos ligados às palavras e à música, guiaram o público pelas razões e motivações da ficção narrativa dos contos agora publicados e que têm um tema comum: o suicídio. Viajaram também pela música portuguesa, revisitando a longa carreira do músico, já octagenário. Sérgio Godinho, que musicou expressões e quotidianos da língua e da cultura portuguesas em muitas canções, mostrou-se com uma visão muito própria do mundo, sempre com um toque interventivo no discurso. O autor foi...
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Autor: Maria da Graça Polaco
